A grande vedete Dercy Gonçalves, sempre
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(Fotos: )
Hoje, 23 de abril, uma vez sempre, apanhei no meu aparelho de TV o filme antigo de dar dó mas que mostra de verdade que o cinema brasileiro não perdia para pontos para os musicais de Hollywood (o nome da marca de cigarros que nove entre dez estrelas das telas fumam).
Vibrei lá nas vísceras profundas (redundância total, exemplo mais que perfeito para definir o gênero de filmes artísticos que a Sétima Arte tupinica (olha a rima sô, sem vergonha, dotô!).
Num preto e branco de alta qualidade funcional a história ou estória, à maneira de Guimarães Rosa, o mineiro João saborearam.
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