Giovanni Ramos, interino
Vence no próximo domingo (12), o prazo para o governo federal liberar os recursos pendentes do primeiro convênio para as obras da Ponte do Vale. O prazo de 30 dias foi anunciado pelo prefeito Celso Zuchi (PT) em 12 de abril. Infelizmente, até o fechamento desta edição, o dinheiro não havia chegado. Resta saber o que a Aterpa M. Martins fará diante deste cenário. O convênio já foi assinado e os R$ 20 milhões restantes foram garantidos em uma emenda parlamentar. A vinda do dinheiro é certa e a empresa já mostrou que é séria, que cumpre prazos, tanto que a obra estava adiantada até o início de abril. Mas diante de um atraso como esses, é normal que eles deem preferência para outras obras e mantenha na cidade, um mínimo de funcionários. A Ponte do Vale ainda pode ser a primeira a ser construída na nossa região dentro do prazo inicial estabelecido, algo que não aconteceu na Ponte do Tamarindo em Blumenau e não ocorrerá nas pontes da Saudade, em Ilhota e do Badenfurt, em Blumenau. Mas que há um risco de ficar para 2014, há! Sobre a Ponte Hercílio Deeke, este interino prefere nem comentar.
Atuantes - A comissão de Gestão Pública da Câmara vem chamando a atenção nos primeiros meses da legislatura. O grupo, que tem como presidente, Luís Carlos Spengler Filho (PP) vem honrando a principal função de um vereador: a fiscalização. Estende-se os parabéns as vereadoras Ivete Hammes (PMDB), Marli Sontag (PMDB) e Andréia Nagel (DEM), também participantes da comissão.
Hospital - A ideia do presidente da Câmara, José Hilário Melato (PP), em “copiar Blumenau” e repassar recursos do Legislativo direto para o hospital de Gaspar é boa e precisa ser incentivada. Como bem disse Melato, as boas ideias merecem ser copiadas e aplicadas em vários lugares.
Ferrovias - Foi lançado na sexta-feira (10) em Chapecó, o Estudo de Viabilidade Técnica e Ambiental (EVTEA) e do Projeto Básico da Ferrovia Leste-Oeste, a Ferrovia da Integração, que ligará Chapecó com o porto de Itajaí. A proposta está inclusa no PAC2 e as obras deverão ser feitas pelo Batalhão Ferroviário de Lages, após um pedido do governador Raimundo Colombo (PSD) para a presidente Dilma Rousseff (PT). A proposta está longe de sair do papel. Na verdade, vai virar papel só agora, com o projeto de fato. Mas a volta das linhas férreas a pauta do poder público em um país que abandonou o modal há 40 anos já é uma vitória.
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