Interessante a proposta do vereador Marcelo Brick (PSD) em criar o programa Adote um Ponto de Ônibus. Trazer a participação da iniciativa privada é boa, porém esconde a falha do Poder Público Municipal, que colocou belos e eficientes pontos na região central, mas que deixa os moradores dos bairros esperando os ônibus debaixo de chuva ou comendo poeira.

Encerrando - Na próxima semana, as vereadoras Marli Sontag (PMDB) e Ivete Hammes (PMDB) retornam à Câmara de Gaspar. Os suplentes Sérgio Almeida (PSDB) e Moura (PSC) fizeram na sessão de terça-feira (22), suas despedidas do plenário. Ex-presidente do Sintraspug, Almeida citou a aprovação de um projeto que autoriza o Executivo a celebrar acordo com servidores em relação a uma decisão judicial sobre horas extras. Lembrou que batalhou diversas vezes sobre o assunto no sindicato e aprovou o desfecho.

SC-420 - A rodovia que não existe, mas o povo quer que ela exista. Mais uma audiência pública para tratar da ligação entre o Distrito do Garcia (Blumenau, o Gaspar Alto e o município de Guabiruba deve ser marcada, agora pela Câmara de Gaspar.“O Estado tem dinheiro, captou muitos recursos em Brasília. Já está na hora do Estado repassar algo para Gaspar, o que não acontece de verdade há 11 anos”, provocou Amarildo Rampelotti na tribuna.

Pavimentação -  A  comunidade de Águas Negras ainda espera pela pavimentação do trecho entre a área verde até a Confecções Chacabrú. Promessa feita pelo governo que já se arrasta por um bom tempo. Ao ser questionada, a Associação de Moradores diz que tem a promessa da Prefeitura que a obra inicriará ainda em outubro deste ano, conforme diz o site oficial. Acho pouco provável, outubro termina amanhã, quinta-feira. Tudo indica que o Município deve ter remanejado e usado a verba  em outras prioridades como a Ponte do Vale, e ai teremos que esperar para o próximo ano. Tomara que eu esteja enganado. 

Professor do capeta - A Câmara de Vereadores está cada dia mais divertida. Na terça-feira (29), o vereador Amarildo Rampelotti (PT) informou que irá fazer uma denúncia no Ministério Público contra um cidadão por causa da compra de um terreno em um leilão do governo estadual. Ao comentar o assunto, ele declarou “temos que desmascarar esse sujeito que se acha o dono da verdade, o professor de Deus”. Para concordar com Rampelotti, o correligionário Antônio Dalsochio emendou: “De Deus, não. Este sujeito está mais para um professor do capeta”.

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