data-filename="retriever" style="width: 100%;">

Foto; Arquivo Jornal Metas/



A prefeitura de Gaspar contratou uma empresa para realizar estudos de viabilidade dos cemitérios municipais do bairro Santa Terezinha e Barracão. De acordo com o Secretário de Obras e Serviços Urbanos, Luiz Carlos Spengler Filho, este estudo vai dizer quais os caminhos que precisam ser tomados para que os cemitérios possam ser economicamente sustentáveis. Além disso, o estudo também vai apresentar um diagnóstico da estrutura física, já que hoje existe uma preocupação muito grande com relação ao espaço físico dos cemitérios de Gaspar. 


Desatadora dos nós

Nesta quarta-feira (28) terá a tradicional Missa Desatadora dos Nós, na Igreja Matriz São Pedro Apóstolo. A celebração também será pelo sétimo dia do falecimento da professora Viviana Maria Schmitt, que morreu no último dia 20 vítima de complicações causadas pela COVID-19. As celebrações religiosas presenciais estão com público reduzido, por isso a família de Viviana pede que as pessoas acompanhem a celebração religiosa pela TV Gaspar, que transmitirá a missa ao vivo, a partir das 19 horas.


Venda da Hering e briga na justiça

A venda da Cia Hering para o grupo Soma, por R$ 5,2 bilhões, foi anunciada esta semana, mas este não é o capítulo final da participação da centenária família blumenauense na empresa. Existe uma disputa judicial que se arrasta por alguns anos entre os familiares acionistas, que envolve os três netos de uma das maiores acionistas da empresa e já falecida, Eulália Hering, que foi casada com Max Hering, filho de um dos fundadores da Cia. Eulália era detentora de quase 10% da Inpasa, holding controladora que detém 6,8% do capital da Hering. De acordo com a ação judicial, os herdeiros tentam provar que uma boa fatia de ações teria sido reduzida por meio de uma série de atos fraudulentas em favor de outros membros do clã Hering e com conhecimento da diretoria da empresa. Ainda de acordo com os herdeiros de Eulália, as irregularidades começaram lá em 1997, quando a Ceval, cuja sede era em Gaspar, foi vendida para o Grupo Bunge. Frase de Pedro Hering Bell, um dos autores da ação em entrevista ao site Infomoney assim que soube da venda da empresa: "A Soma deveria prestar atenção no que estamos fazendo porque contra fatos não há argumentos".  


Informações

O vereador Júnior Hostins (MDB) está atrás da cópia do processo licitatório referente ao Pregão Presencial 22/2021 para terceirizar a mão de obra empregada no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu) em Gaspar. O parlamentar ainda pede nomes dos servidores, cópia da folha de pagamento relativa aos últimos seis meses e histórico funcional, de 2020 a 2021, em que constem afastamentos/atestados, detalhando quais foram por causa da COVID-19.

Gastos realizados, nos últimos seis meses, com combustível da ambulância, insumos e medicamentos, bem como manutenção, oficina e troca de óleo entre 2020 e 2021, também deverão ser informados e acompanhados de cópias das notas fiscais. Vale lembrar que o Samu é um serviço do estado em contrato com empresa terceirizada. 


Informações 2

Quem também está pedindo informações, por meio de requerimento, é o vereador Dionísio Bertoldi (PT). Ele quer os documentos sobre as obras do trecho dois - que interliga as Avenidas Francisco Mastella e Frei Godofredo - do Anel de Contorno Viário. Bertoldi pede uma série de documentos, entre eles cópias do projeto, dos contratos, dos diários de obra, das notas de empenho e das notas fiscais. O parlamentar também questiona quais as causas para o atraso da obra e se há previsão de término. O requerimento 46/2021 entrou na pauta da sessão desta terça-feira (27), mas não precisa mais ser votado. O Executivo tem prazo de resposta de 15 dias úteis


Deboche

style="width: 100%;" data-filename="retriever">

Foto: Divulgação/

O senador Jorginho Melo (PL/SC), único representante da Região Sul na "CPI da Pandemia, oficialmente instalada nesta terça-feira (28), classificou como um deboche a indicação de Renan Calheiros (MDB/AL) para a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID-19. Para Jorginho, o senador alagoano não poderia estar à frente da relatoria da CPI porque é pai do atual governador de Alagoas. Segundo Jorginho, o trabalho da comissão já começou de forma equivocada: "o palanque político infelizmente está armado", disparou o parlamentar.

SIGA O JM NAS REDES:

Google News Google News Google News Google News