A qualidade e a inovação são demandas necessárias para a sobrevivência de qualquer empresa. Isto se torna ainda mais evidente em um mercado competitivo, que estar a exigir da comunicação uma reciclagem sobre os canais de propagação da notícia, ou seja, precisamos abandonar antigas práticas e investir no novo, naquilo que os eleitores querem de fato receber como informação. É desta forma que o jornalismo impresso vai superar essa fase e se adaptar aos novos tempos.
Perde-se em quantidade de leitores, porém, ganha-se em qualidade editorial. E a qualidade está em produzir reportagens que agreguem, além da informação atualizada, o conhecimento às atuais e futuras gerações. Os jornais impressos tendem a se tornar fontes de pesquisa das mais diversas áreas do saber, por isso, a importância de reportagens como a do Jornal Metas, premiada essa semana com o Prêmio Fatma de Jornalismo Ambiental, e tantas outras que foram inscritas no concurso. Se fossemos juntá-las numa única reportagem, certamente teríamos um vasto material para a discussão sobre questões ambientais que afetam diretamente a vida das pessoas. Esse, daqui para frente, será o papel do jornalismo impresso, ou seja, trazer, com mais aprofundamente, temas que podem mudar a vida de milhares de pessoas. O Jornal Metas está atento a essa nova tendência e vai continuar premiando seus eleitores com produtos tão bons quanto o "Vale das Águas".
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