A Prefeitura de Gaspar foi obrigada a suspender a obra de drenagem e pavimentação da Rua Prefeito Leopoldo Schramm, no bairro Gaspar Grande. Uma obra importante, por isso foi colocada como prioridade por ocasião do “Plano 1.000”, lançado às vésperas da campanha eleitoral de 2022 e que agora vem provando ter sido uma jogada eleitoreira do ex-governador Carlos Moisés. Um verdadeiro engodo para atrair prefeitos. Na verdade, nunca houve esse dinheiro para distribuir aos municípios. E não é apenas a Prefeito Leopoldo Schramm que sofre com o “conto do Plano 1.000”. O trecho 2 da Rua Frei Solano, que também receberia R$ 5 milhões, com contrapartida de cerca de R$1 milhão do município. O repasse de RS 1,1 milhão para a estruturação física da UTI Geral Adulta, além do início da implantação do sistema de esgotamento sanitário, para os bairros Centro, Santa Terezinha e Sete de Setembro, com previsão de R$30 milhões de reais, além de R$ 5 milhões para iniciar a obra da segunda etapa do Parque Náutico. Era dinheiro que viria se as prefeituras apresentassem projeto. As prefeituras apresentaram e mesmo assim não veio nada. A batata quente tá na mão do governador Jorginho Mello, que sabe que essas obras são importantes e sem a ajuda do Governo do Estado não terão como serem concluídas. O governo municipal se planejou, a cidade se planejou para dar continuidade aos trabalhos, e pior do que iniciar uma obra e deixá-la parada, inacabada, pois provoca transtornos ainda maiores para a população.
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