Município ficou ainda entre os dez melhores com população entre 50 e 100 mil habitantes


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FOTO GUILHERME SPENGLER

Gaspar aparece em 21° lugar entre as cidades mais inteligentes de Santa Catarina. O ranking anual Connected Smart Cities é elaborado pela Urban Systems, empresa de consultoria de negócios com mais de 21 anos de atuação no mercado e 800 projetos executados em diferentes cidades do Brasil, sendo formado por 70 indicadores em 11 eixos temáticos: Mobilidade, urbanismo, Meio Ambiente, Tecnologia e Inovação, Empreendedorismo, Educação, Saúde, Segurança, Energia, Governança e Economia. A edição 2020, divulgada nesta semana, coletou dados e informações de todos os municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes (segundo estimativa populacional do IBGE em 2019), totalizando 673 cidades. Os municípios foram divididos em três grupos: mais de 500 mil habitantes (48); 100 a 500 mil habitantes (274) e 50 a 100 mil habitantes (349). Entre os municípios com população entre 50 e 100 mil habitantes, Gaspar aparece entre as dez cidades mais inteligentes do Estado. O ranking também classifica as cidades por região. Neste caso, Gaspar é a 62ª cidade mais inteligente da Região Sul entre 111 analisadas. Já no ranking Brasil, Florianópolis é a catarinense melhor classificada, ocupando a segunda posição entre as 673 pesquisadas, atrás apenas de São Paulo.

Acesse aqui o ranking completo

O levantamento tem como objetivo apontar eixos de melhora e municípios de inspiração para as cidades brasileiras. Para manter a transparência e a coerência das informações, os dados são coletados em fontes secundárias que agrupem o universo de cidades pesquisadas, mantendo a mesma origem e o mesmo período de coleta de todos os municípios do estudo.

O ranking considera ainda que o desenvolvimento de uma cidade somente é atingido quando existe interligação entre as principais áreas, ou seja, conectividade. Exemplo disso é a consciência de que investimentos em saneamento básico estão atrelados não apenas aos ganhos ambientais, mas aos ganhos em saúde, que irão a longo prazo impactar os investimentos na área (atendimentos de saúde básica) e consequentemente em questões de governança e até mesmo economia financeira.


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Outro exemplo de interligação entre as áreas é a educação, não vista apenas como índices básicos de atendimento do serviço e qualidade do ensino, mas o poder que ela possui na formação e reprodução dos potenciais de cada cidade. O entendimento das potencialidades locais e regionais permitem a atração de investidores e a criação de cursos atrelados às cadeias produtivas da região, que irão repercutir na atração de empresas e ampliação dos clusters, bem como possibilitar uma melhoria na condição social, que terá impacto em todos os demais setores.

O conceito leva ainda em conta a importância da sustentabilidade econômica como base da sustentabilidade ambiental e social, uma vez que entende-se que não é possível que municípios atinjam sustentabilidade ambiental ou social, sem a base de um desenvolvimento econômico forte que garantirá uma reprodução dos ganhos nas outras esferas.

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