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Secretário Cleverson Siewert (Fazenda) mostrou cenário de investimentos históricos, obras estruturantes e equilíbrio das contas públicas. (Fotos: Foto: Fecomércio/Divulgação)
Secretário da Fazenda apresentou números da economia catarinense e projetos que devem impulsionar o crescimento do Estado
Ao falar para empresários e lideranças do comércio, serviços e turismo, durante o Innovation Day da Semana S, nesta sexta-feira, 15, na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, destacou o peso estratégico dos segmentos para o desenvolvimento catarinense. Juntos, os três setores representam cerca de 65% do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina e respondem por aproximadamente 65% dos empregos formais do Estado, garantindo renda para 1,8 milhão de catarinenses. O evento foi organizado pelo Sistema Fecomércio – Sesc e Senac
Números recentes da economia foram apresentados pelo secretário como reflexo do ambiente de estímulo ao empreendedorismo, que tem sido impulsionado pelo atual governo. Em 2025, o comércio catarinense cresceu 5,9% — mais do que o triplo da média nacional (1,6%). Já o setor de serviços avançou 3,2%, também acima da média brasileira (2,8%).
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Siewert defendeu a necessidade de Santa Catarina desenvolver novas matrizes econômicas para ampliar sua competitividade (Fotos: Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação)
“Os resultados confirmam que Santa Catarina segue no caminho certo ao apostar em diálogo, segurança jurídica e incentivo à atividade econômica para gerar oportunidades, atrair investimentos e fortalecer o crescimento do Estado”, afirmou o secretário.
O secretário Cleverson Siewert também apresentou medidas adotadas pelo Governo do Estado para manter o equilíbrio fiscal e garantir mais investimentos públicos, sem aumento de impostos. O modelo de gestão do governador Jorginho Mello resultou na marca de R$ 13,2 bilhões em investimentos nos três primeiros anos de governo.
Em valores atualizados para os dias de hoje e considerando mais de dois séculos de história de Santa Catarina, apontou Siewert, a atual administração investiu praticamente o dobro do valor aplicado pelos governos anteriores quando comparados os três primeiros anos de cada gestão.
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O evento foi realizado nesta sexta-feira, 15, pelo Sistema Fecomércio – Sesc e Senac na sede da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis. (Fotos: Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação)
O secretário ressaltou ainda os investimentos expressivos que vem sendo viabilizados pela atual gestão por meio do Programa Administração Prisional Levada a Sério, que é considerado um dos maiores já realizados no sistema penitenciário catarinense. O projeto prevê o investimento de pouco mais de R$ 1,4 bilhão para a criação de cerca de 9,5 mil novas vagas, contratação e capacitação de profissionais.
“Santa Catarina mostra que é possível crescer com responsabilidade fiscal, estimular o empreendedorismo e implementar importantes políticas públicas sem transferir a conta para quem produz e trabalha”, avaliou.
Programas de incentivo ao setor produtivo também foram lembrados como instrumentos importantes para estimular a economia catarinense. Entre 2023 e 2026, o Prodec, o Pró-Emprego e o TTD 489 viabilizaram aproximadamente R$ 32,3 bilhões em investimentos privados e mais de 118 mil empregos diretos e indiretos em cerca de 480 projetos.
Ao abordar os desafios do futuro, Siewert defendeu a necessidade de Santa Catarina desenvolver novas matrizes econômicas para ampliar sua competitividade. Atualmente, o Estado possui pilares sólidos sustentados pelo agronegócio, comércio internacional e tecnologia, mas há espaço para ir além.
Entre os projetos estruturantes apresentados pelo secretário estão a Via Mar (rodovia paralela à BR-101), o túnel submerso entre Itajaí e Navegantes e o aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga. A obra no Norte do Estado permitirá a chegada dos maiores navios do mundo e poderá atrair cerca de R$ 10 bilhões em investimentos privados, além de gerar R$ 15 bilhões em movimentação econômica adicional em apenas um ano.
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