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A diferença de preços entre as lojas pode alcançar até 60,40% em alguns itens (Fotos: Alexandre Melo/Jornal Metas)
Levantamento foi realizado em 11 lojas do município e também traz orientações para economizar e evitar irregularidades nas listas escolares.
Com a proximidade do início do ano letivo, a procura por materiais escolares aumenta e exige atenção redobrada das famílias. Para auxiliar os consumidores, a Superintendência da Coordenadoria Municipal de Defesa do Consumidor (Procon) de Gaspar realizou uma pesquisa de preços em onze estabelecimentos comerciais da cidade.
O levantamento ocorreu entre os dias 16 e 21 de janeiro e avaliou 24 itens escolares, definidos a partir de consulta prévia aos consumidores. Conforme o Procon, os valores divulgados têm caráter informativo e podem sofrer alterações sem aviso prévio, de acordo com a política de cada loja. A pesquisa completa pode ser encontrada aqui!
De acordo com os dados apurados, a diferença de preços entre os estabelecimentos pode chegar a 60,40% em determinados produtos. O superintendente do Procon de Gaspar, Adriano André dos Santos, destaca que a iniciativa busca auxiliar a população na organização do orçamento. “Nosso objetivo é ajudar a população a encontrar os preços que se encaixem em seus orçamentos”, afirma.
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Além da pesquisa, o órgão também divulgou orientações para os pais e responsáveis. Entre as recomendações está a atenção aos produtos com personagens e logotipos licenciados, que costumam apresentar preços mais elevados. O Procon também incentiva o reaproveitamento de materiais que ainda estejam em boas condições de uso, bem como a doação de livros e uniformes.
Nas compras realizadas pela internet, a orientação é verificar a qualidade do material, o prazo de entrega, o valor do frete e se o fornecedor é confiável. O consumidor também deve observar possíveis diferenças de valores conforme a forma de pagamento e conferir se os itens de uso escolar possuem o selo do Inmetro, certificação obrigatória que assegura padrões de qualidade e segurança.
O Procon reforça ainda que os pais devem analisar atentamente a lista de materiais enviada pelas escolas. A indicação de marcas ou fornecedores específicos é proibida, exceto nos casos de livros e apostilas adotados pela instituição de ensino. Produtos de higiene, limpeza e materiais de escritório, como copos descartáveis e algodão, não devem ser solicitados. Já o uniforme escolar pode ser adquirido na própria escola ou em lojas conveniadas, quando houver marca registrada.
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