Santa Catarina tem se destacado no cenário nacional com investimentos recordes e equilíbrio fiscal.

O secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, apresentou nesta terça-feira (26) os pilares do modelo catarinense de desenvolvimento durante reunião da diretoria executiva da Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF). No encontro, ele detalhou as ações da gestão do governador Jorginho Mello (PL) para manter o equilíbrio das contas públicas, ampliar investimentos e impulsionar o crescimento econômico de Santa Catarina.


Equilíbrio fiscal aliado ao crescimento


Segundo o secretário, a administração estadual tem buscado unir responsabilidade fiscal e competitividade econômica. “O governador Jorginho Mello está comprometido em garantir um Estado cada vez mais competitivo, sem abrir mão da responsabilidade fiscal. Gerar emprego e renda é parte essencial desse equilíbrio, e por isso as demandas do setor produtivo serão sempre contempladas nas ações de governo”, afirmou Siewert.
Santa Catarina, mesmo com apenas 1% do território nacional, figura entre os líderes em indicadores como expectativa de vida, segurança pública, capital humano e apresenta a menor taxa de desemprego do Brasil.

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Investimentos públicos em alta


Os números reforçam o desempenho da atual gestão: em 2024, os investimentos públicos somaram R$ 4,4 bilhões, um acréscimo de R$ 1,5 bilhão em relação ao ano anterior e o dobro da média registrada nas gestões anteriores. Programas como Estrada Boa, Estrada Boa Rural, Universidade Gratuita e Casa Catarina foram citados como exemplos de iniciativas que combinam desenvolvimento econômico e inclusão social.
Além disso, o secretário destacou a importância dos incentivos fiscais como instrumentos para ampliar a competitividade, fortalecer cadeias produtivas e atrair novos investimentos ao estado.


Diversificação econômica e infraestrutura


Siewert ressaltou ainda a necessidade de novas matrizes econômicas, capazes de diversificar a base produtiva catarinense e gerar maior valor agregado. Entre as obras estruturantes, citou a dragagem da Baía da Babitonga, que permitirá a entrada de navios de até 366 metros.
A expectativa é que a obra atraia R$ 10 bilhões em investimentos privados e gere até R$ 15 bilhões em movimentação econômica adicional em apenas um ano, consolidando Santa Catarina como um dos polos logísticos mais estratégicos do país.


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