Verbas para o hospital

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Em 2011, o Hospital de Gaspar recebeu R$ 500 mil do Governo do Estado; em 2012 mais R$ 1,5 milhão em dez parcelas, é bem verdade. Porém, o hospital ainda precisa de mais ajuda do governo para se manter. Em encontro do deputado Aldo Schneider (PMDB) com o Secretário de Estado da Saúde, Dalmo de Oliveira, no início deste ano, veio o questionamento sobre o repasse de mais recursos para o hospital, porém o secretário foi enfático: “ainda estou aguardando um plano de ação efetivo para que possamos analisar de que forma vamos voltar a repassar recursos para o hospital”. Portanto, o que tá faltando é o pessoal daqui, inclusive da SDR, se mexer, pois quem não é visto não é lembrado.

Anel de contorno - Nesta semana, o governador Raimundo Colombo foi a Brasília para a assinatura de um contrato de R$ 650 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, para aplicar em obras na malha viária de Santa Catarina. Mais uma vez, corro os olhos na lista de obras viárias elencadas pelo governo e nada para Gaspar, só Blumenau foi contemplada. E o nosso anel viário de contorno? A resposta é simples: Cadê o projeto? Sem projeto não se consegue incluir nada no orçamento. Essa falta de senso de urgência é que, muitas vezes, atrapalha nossos governantes. Tá na hora de se mexerem, o ano já começou.

Ponte I - E por falar em obra, a da Ponte Hercílio Deeke tá quase parada. Na tarde de quinta-feira, o JM flagrou, por volta das 16 horas, dois operários trabalhando na restauração da ponte. Acontece que a empresa contratada trabalha na velocidade com que o dinheiro vai pingando na sua conta bancária. O que se sabe, até aqui, é que repasses estão atrasados, por isso o freio de mão puxado.

Ponte II - Não muito longe dali, a obra da Ponte do Vale segue em ritmo acelerado. A diferença de uma para outra? É que nesta obra, a empresa tá colocando o seu dinheiro, para receber depois do governo. E parece que o dinheiro já tá chegando. É um contrato de risco, mas causa boa impressão à população. Enquanto a outra obra, bem mais urgente, sabe-se lá quando vai acabar.

Ponte III - Falando em morosidade na reforma da ponte, escutei esta semana de um lider comunitário que algumas lideranças e empresários estão se organizando para interditar durante algumas horas a passagem total de veículos, em protesto pela falta de atenção dos politícos no cenário nacional e o prejuizo que a comunidade gasparense vem tendo. Na minha opinião, tal atitude pode atrapalhar ainda mais. O importante é que quando da licitação as empresas se comprometeram, conforme determina o edital, e a vencedora assumiu ciente do prazo para o término da obra. Será que não mediu os riscos?