Homenagem

Por

Amigos e familiares prestam, na tarde deste sábado (30), uma homenagem aos jovens primos Gabriel e Guilherme Nascimento, moradores do bairro Coloninha, que morreram de acidente de trânsito no último dia 21 de março, em Ilhota. No jogo de futebol da Patota dos amigos a qual os primos pertenciam, os dois times jogarão com camisas trazendo os nomes e o número que eles jogavam (10 e 11). O jogo acontecerá na Associação da Lince, onde todo o sábado o grupo se reúne. Desta vez quem está organizando o jogo é Juliano dos Santos, mas o coordenador dos jogos é o seu Marcílio, pai de Gabriel. O JM vai tentar estar lá, para registrar o evento.

Sem campo - Depois dos sem terra e dos sem campo, agora apareceu a turma do sem campo. Depois da interdição do Engenhão, a Federação de Futebol do RJ tem mais um desafio, pois o campo Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, onde seriam realizados os clássicos, também está com a arquibancada comprometida e já existe um pedido de interdição. Eu só espero que o engenheiro que está assinando a obra do Marcanã, não seja o mesmo do Engenhão.
 
Falência - Os campeonatos estaduais estão em situação falimentar. O Gaúchão, por exemplo, tem média de público de 1.375 torcedores, incluindo os jogos em que a dupla Gre-Nal participa. Agora, se contar apenas a média de público dos times do interior, o número é de 603 pagantes. O Canoas, time mantido pela Universidade Luterana do Brasil, tem a ridícula média de 47 torcedores por jogo. No Carioca, a situação não é diferente. A média de público é 2.404 torcedores, incluindo os  jogos dos quatro grandes times. Já entre os chamados times pequenos, a média é de 404 torcedores por jogo. Os campeonatos regionais não acabam por duas razões: política e comercial. Política porque a CBF precisa manter o apoio das federações estaduais, e econômica porque as TVs fechada faturam alto com a venda de pacotes em pay-per-view. Daqui a pouco nem vai precisar mais ter bilheteria nestes jogos.