Confira a coluna desta semana e veja o Grande evento para marcar 18 anos
Evento marcou a trajetória da cooperativa, que hoje tem forte presença econômica no Vale e Litoral Norte catarinense
A Sicredi Vale Litoral SC acaba de completar 18 anos de uma trajetória que é motivo de orgulho para a nossa região. Nascida do sonho de lideranças empresariais de Itapema em 2008, a cooperativa celebrou a data, no dia 10 de outubro em grande estilo no Clube Itamirim, em Itajaí. Os números atuais impressionam: já são mais de 135 mil associados, 44 pontos de atendimento e R$ 4,5 bilhões em depósitos, movimentando a economia de 28 municípios do Vale e Litoral Norte catarinense. Durante o evento, o presidente José Domingos de Andrade e o diretor executivo Arão João da Silva Neto comandaram o lançamento do livro “A Força de um Sonho”, que eterniza essas quase duas décadas de impacto econômico e social e realizaram várias homenagens, ao Conselho de Administração e Diretoria Executiva da Sicredi Vale Litoral SC, aos presidentes das cooperativas coirmãs da região, aos colaboradores pioneiros da Cooperativa e aos sócios-fundadores que tornaram possível a inauguração da primeira agência da Cooperativa.
MÚSCULO COOPERATIVO
Estive prestigiando o evento e sai de lá mais convencido do peso econômico e da articulação do cooperativismo na nossa região: a celebração dos 18 anos da Sicredi Vale Litoral SC, por sinal muito bem organizada e prestigiada deu o recado. O evento serviu para a dupla de comando, presidente José Domingos de Andrade e o diretor executivo Arão João da Silva Neto, colocar na mesa credenciais de gente grande, muitos mais do que uma festa de aniversário, foi uma clara demonstração de força regional.
TERMÔMETRO DO 22
No sábado (17), o PL de Gaspar vai medir a militância com convocação para um “Bandeiraço do 22” no centro da cidade. O chamamento circula nas redes, marcado para às 10h na Praça Getúlio Vargas e pede que os simpatizantes levem suas bandeiras e vistam suas camisas para “mostrar a força do povo gasparense”. O ato, embalado pela frase “Gaspar é 22”, vai muito além de uma simples manifestação patriótica. É um recado político e uma nítida demarcação de território da sigla, que busca reafirmar sua presença e força nas ruas da cidade, já que o candidato à Presidência da República, Flavio Bolsonaro, recebeu no primeiro turno da eleição, dia 4 de outubro, 71,16% dos votos em Gaspar e o governador Jorginho Mello foi reeleito com 75,86% dos votos, no município. Ambos do PL “22”.
VEREADOR THíMOTI
O vereador Thímoti Deschamps, mesmo tendo sido eleito junto com a base gvernista do prefeito Paulo Koerich, vem se mostrando bastante combativo em suas pautas com o governo municipal. Vejo algumas com certo exagero, mas muitas delas são também pertinentes. Thímoti tem dado demonstração em seus posicionamentos críticos de querer estar ao lado da população, para ouvi-la, ser cobrado e cobrar do poder público. Recentemente esteve na Rua João Izidoro Schramm (localidade de Águas Negras), no bairro Figueira e relatou uma situação bastante critica com os constantes alagamentos na via, afirmou que após repetidas cobranças na Secretaria de Obras finalmente gerou uma promessa de que irão fazer o serviço. Disse o vereador em suas redes sociais: “o secretário de Obras Leandro garantiu que a tubulação necessária para a obra de travessia já está comprada e que a intervenção será feita até a próxima semana, elevando a via para proteger os moradores”. O pacote de exigências incluiu ainda o patrolamento urgente e a macadamização da Estrada Geral Águas Negras. Espera-se que a promessa não vá de água a abaixo.
RAIO-X NA FILA
O vereador da base governista, Carlos Eduardo Schmidt marcou um gol de cidadania na Câmara de Gaspar ao emplacar o PL 66/2026. A proposta acaba com o mistério em torno da capacidade de atendimento da rede pública municipal, exigindo que o Executivo publique todo mês o volume exato de consultas, o tamanho das filas e o andamento das cirurgias. É uma medida de transparência simples, mas poderosa, que entrega ao contribuinte a ferramenta de controle social para avaliar, com base em dados e não em achismos, os serviços prestados pelo município.