Pimenta: Mais recursos para a saúde de Gaspar

Por Kassiani Borges

Edição da semana 29/01/2025

Mais recursos para a saúde de Gaspar

A saúde pública é, para qualquer gestão municipal uma das maiores preocupações. Em Gaspar, o prefeito Paulo Norberto Koerich, vem fazendo uma gestão com bons resultados. Conseguiu recentemente um aporte de R$ 20 milhões do Governo do Estado para resolver o problema do Hospital Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, Além do investimento do Estado, a Prefeitura investirá aproximadamente R$ 7,5 milhões de recursos próprios para aquisição do imóvel. Está sendo criado um termo de cooperação entre a Prefeitura de Gaspar e o Hospital Santo Antônio de Blumenau, que assumirá a gestão da unidade. Diante da crise financeira que há pelo menos 20 anos e com intervenção municipal desde 2014, prefeitura de Gaspar tem hoje um custo aproximado de R$ 5 milhões mês, com o custeio do Hospital.

O anúncio de um novo aporte de quase R$ 2 milhões, destinados pela deputada federal Júlia Zanatta (PL), por intermédio do prefeito Paulo Koerich (PL) e da vereadora Alyne Serafin Nicoletti (PL), traz mais do que apenas números ao orçamento: traz um alívio estratégico para áreas críticas no município. Com este novo repasse, beneficiará diretamente a Rede Feminina de Combate ao Câncer (R$ 70 mil), o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (R$ 595 mil) e a Secretaria Municipal de Saúde (R$ 641 mil), para serviços hospitalares e ambulatoriais e mais, (R$ 650 mil) para atendimentos nas especialidades de ortopedia e cardiologia.

Luz ao empreendedorismo

A Associação Empresarial de Gaspar - ACIG, destacou em suas Redes Sociais no início desta semana, e deu luz ao empreendedorismo do empresário gasparense, Júlio Carlos Testoni, proprietário e gestor do Posto Testoni que neste ano completa 40 anos de atividades no município. Testoni, que é entusiasta do associativismo e membro ativo da ACIG, ressalta a importância do coletivo para que o individual prospere. “EMPREENDER É, ACIMA DE TUDO, MANTER A CIDADE EM MOVIMENTO CONSTANTE, considerando a importância do trabalho, responsabilidade e participação. Quando o empresário acredita na cidade e no coletivo, o resultado vai além do lucro”, diz Julio Testoni. Para a ACIG, a presença e a participação de Testoni nas ações da entidade, como associado e diretor, simboliza a posição dos empresários que compreendem que união gera força, evolução e que pertencimento gera impacto real.

A safra do arroz em gaspar

Em Gaspar inicia a colheita do Arroz que é, ao mesmo tempo, símbolo de pujança e de resiliência. Conforme informações da prefeitura de Gaspar, é uma operação que mobiliza cerca de 100 famílias e movimenta um dos principais motores do setor agrícola local. O município possui aproximadamente 2.700 hectares plantados. Com produtividade média entre 180 e 200 sacas por hectare, a expectativa é que a safra alcance cerca de 26 mil toneladas. A cadeia produtiva do arroz gera empregos diretos e indiretos e deve movimentar aproximadamente R$ 22 milhões na economia local. Porém, a queda no preço da saca de 50kg, que em anos anteriores já foi vendida por mais de R$100 reais e hoje por apenas R$ 50 reais, somada ainda à alta nos insumos, e custo de produção, coloca em xeque a rentabilidade e a sobrevivência destas famílias que dependem diretamente dessa cultura. É preocupante!

Igualdade em santa catarina!

A lei Lei 19.722/2026 aprovada em dezembro e sancionada na última quinta-feira (22) pelo governador Jorginho Mello (PL), sofreu ação popular ajuizada por Décio Lima, ex-deputado federal e presidente do Sebrae, em conjunto com a deputada federal Ana Paula Lima. Na ação, os autores sustentaram que a norma estadual viola princípios constitucionais, invade competência legislativa da União e contraria entendimentos já consolidados do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhecem a constitucionalidade das políticas de ações afirmativas no Brasil. Diante dos fatos, O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) decidiu, na terça-feira 27, suspender os efeitos da lei estadual que proibia a adoção de cotas raciais em universidades e instituições de ensino superior que recebem recursos públicos no estado. A decisão foi concedida por meio de liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).