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Um presente para o mundo*

Pessoas são dons, presentes que Deus manda embrulhados.

Algumas dessas almas especiais são presentes que vêm num embrulho muito bonito.

Geralmente são atraentes, chamam a atenção pela beleza da aparência. Outras pessoas vêm em embrulho comum, outras ainda chegam arranhadas pelo correio, de vez em quando com porte registrado. Muitas são fáceis de tirar a embalagem, muitas embalagens por si só já são presentes.

Às vezes o presente não é fácil de abrir, precisamos de ajuda para abri-lo, talvez por medo, insegurança, um ódio improvável? assim, desejamos jogá-lo fora.

As pessoas não ficam contentes somente pela beleza das embalagens, porque cada encontro de pessoas é uma troca de presentes. Vocês já calcularam quantos encontros de pessoas o Rotary proporciona todos os dias? Portanto, pessoas são dons, recebidos e ofertados. Conviver, palavra mágica que o rotariano pratica, com sua irmã gêmea, a tolerância, causa alegria e transmite vida, na senda do amor.

O presidente Ravi Ravindran pede que sejamos um presente para o mundo, para isso afirma "Quando pessoas que ajudo me perguntam O que devo fazer? respondo, vá e ajude alguém em troca".

Sabemos que muitos presentes dados ao mundo, incluindo as grandes descobertas científicas, foram outorgados por grandes homens, portanto são dons universais que contribuem para a soma dos conhecimentos humanos. Essas criaturas não são apenas benfeitores de uma nação, mas do mundo.

Paul Harris, na década de 20, afirmou: "Ser uma dádiva para o mundo também é a procura da verdade". Lembra-me Sócrates, ao dirigir-se a Platão: "você é meu amigo, mas a verdade ainda é mais minha amiga".

Ser um presente para o mundo é também possuir uma fé invencível, um ideal que nos leve bem alto. Se escalarmos uma montanha, veremos pouco a pouco as árvores, os vales, os campos desaparecerem na sombra dos nossos olhos.

A noite chega e os pontos luminosos das casas são cada vez mais numerosos. A luz, por mais frágil que possa ser, talvez seja a única coisa que jamais perde o seu grande valor.

O presente não pode ser interpretado como dádiva, donativo, brinde, lembrança, mimo, regalo, doação, esmola ou espórtula. Não pode ser também somente afago, agrado, delicadeza, desvelo, finura. O presente que Ravi preconiza está nas profundezas da consciência e no coração do rotariano.

*O autor é Sérgio de Castro, associado ao Rotary Club

de São Paulo-Oeste, SP (distrito 4610).

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-> Reuniões às terças-feiras, 20h, no Hotel Raul`s.

Acesse: www.rotarygaspar.org.br