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Dia da consciência negra


 O Dia da Consciência Negra é uma data celebrada no Brasil no dia 20 de novembro. Este dia está incluído na semana da Consciência Negra e tem como objetivo uma reflexão sobre a introdução dos negros na sociedade brasileira.

 O dia 20 de novembro foi escolhido como uma homenagem a Zumbi dos Palmares, data na qual morreu, lutando pela liberdade do seu povo no Brasil, em 1695. Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, foi um personagem que dedicou a sua vida lutando contra a escravatura no período do Brasil Colonial, onde os escravos começaram a ser introduzidos por volta de 1594.

 Um quilombo é uma região que tinha como função lutar contra as doutrinas escravistas e também de conservar elementos da cultura africana no Brasil.

 Em 2003, no dia 9 de janeiro, a lei 10.639 incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar. A mesma lei torna obrigatória o ensino sobre diversas áreas da História e cultura Afro-Brasileira.

 São abordados temas como a luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira, o negro na sociedade nacional, inserção do negro no mercado de trabalho, discriminação, identificação de etnias, etc.

 O tradicional ato de comemoração do Dia da Consciência Negra em frente ao monumento de Zumbi dos Palmares, foi celebrado na manhã do dia 20, no centro da cidade do Rio de Janeiro. A manifestação começou logo cedo, com uma roda de capoeira.

 O presidente do Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), Luiz Eduardo de Oliveira, conhecido como Negrogun, lembra que, em 2021, completam-se 50 anos desde a primeira comemoração da Consciência Negra no país.

 "Estamos celebrando a vida e a liberdade. A vida porque essa pandemia ceifou tantas vidas nossas, que, nós, que ainda estamos vivos, temos que celebrar a memória deles que já foram.

 E a liberdade temos que celebrar sempre, ainda mais num momento em que vemos tantas injustiças, tantos jovens sendo presos, por reconhecimentos absurdos por fotos", disse Negrogun.

 "O racismo não é uma questão individual, personalista. O racismo não é um traço do indivíduo.

 Ele é uma condicionante que forma a estrutura da nossa nação. Nossa nação foi forjada a partir de princípios que são completamente racistas.

 A própria ideia de escravidão, como ela se deu, já é o maior sinal disso", explica o coordenador de Promoção da Igualdade Racial do município do Rio de Janeiro, Jorge Freire.

 Negrogun acredita ser difícil acabar com o racismo, justamente porque ele é estrutural, ou seja, está entranhado na cultura da sociedade. "A única forma de você conseguir subjugá-lo é com educação.

 Se você não trabalhar a educação, a equidade de direitos e acesso à informação, o racismo vai continuar perdurando. A gente sabe que não vai extinguir o racismo nunca, mas a ideia é avançarmos cada vez, desestruturando ele".

Fonte: Consulta em Sites diversos

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