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Coleguinhas de imprensa


Maicon Tenfen (nascido em Ituporanga) - Escritor, tem romances, contos e crônicas editados e lidos. Faz anos, escreve crônicas semanais no Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina. Recentemente, aceitou desafio maior: tornar-se articulista diário do JSC, o Santa nada santo. A tarefa de entreter (e manter) o leitor atento todos os dias revela-se penosa e difícil. Maicon está dando de letra. Sérgio da Costa Ramos, amigo, fez fama e cama no mais antigo diário catarinense, o centenário jornal O Estado. Desde o nascimento do DC, bate o ponto, como cronista dia sim dia também. Anotem: Maicon será o Sérgio da Costa Ramos das margens do rio Itajaí.

Renê Müller - Foi meu aluno de Português no Colégio Santo Antônio, hoje também denominado Bom Jesus. Surpreso, flagrei-o digitando textos na redação do Santa, na rua Bahia. Está no Diário Catarinense, assinando saborosas matérias. Não bastasse isso, substituiu Moacir Pereira, em seus tempos de férias. E agora (tarefa mais complicada), Cacau Menezes, o também tido como Meneis. Escrever sobre economia, política e assuntos mundanos (leia-se Cacau) requer uma versatilidade incrível. Renê Müller, blumenauense de boa cepa, prova que a tem de sobra.

Alvir Renzi - Em momento de muita inspiração, Alvir criou o JN - Jornal da Noite, hoje o mais antigo jornal de Blumenau. Isso ocorreu no dia primeiro de dezembro de 85. Para mantê-lo de crista alta amigos jornalistas, sempre na ativa, não cruzaram os braços e foram ornar o recém-criado diário. Assinaram textos e artigos Télvio Maestrini, Carlos Xavier, Herbert Holetz e outros. O bairro do nascimento foi a Ponta Aguda. De lá, chegadinho do Santa, porém proporcionalmente diverso em conteúdo e forma, fincou pé na rua Heinrich Hosang, quase esquina da São Paulo. Editou em sua gráfica um bom número de jornais alternativos da região.

Auvary Monteiro - Viveu infância e juventude próximo aos jornais da antiga Bela Aliança. Em Blumenau lançou irritando um montão de gente Povo, depois Jornal do Monteiro, Líder e outros títulos de boa nomeada. Mudou-se para o Alto Vale do Itajaí, seu berço, e lá descansou. Em paz?

Airton Floriani e José Carlos Goes - Uniram forças e esforços e batizaram a página 3 (em Balnenário Camboriú fizeram nascer o jornal Página 3. Na rede de comando, o Bola, Nildo Teixeira Júnior, que está me devendo os dois volumes em que escreveu a história de Camboriú, com ampla cobertura fotográfica.

Evandro Loes - Das cadeiras das salas de aula do Colégio Santo Antônio, batizou de JM - Jornal do Médio Vale, do Itajaí, cobrindo vasta área de circulação rotativa. O jornal vai bem, obrigado.

Dalmo Vieira Júnior - Criou o Diário do Litoral, amorosamente batizado de Diarinho, espantando maresia e urubus pra cima dos telhados. Marca do diário: estilo chulo eivado de palavras de baixo calão. Mas é examente disto que o povo gosta. Nada de confete colore-te (não é, Josete?). Leitor, compra, saboreia, lê e guarda pra sempre. Resistiu bravamente a estes tempos de devassa jornal dos ditos jornais de grande circulação.

Beto Deschamps e Alexandre Melo - Campeões em toda a linha de sucesso imaginável. O Jornal Metas se impôs graças à perseverança e tindo deles. Beto é eterno gasparense e o gaúcho Alexandre Melo descansa nos finais de semana na sua adorada e amada Camboriú.

A marca indelével e diáfana do Metas: por ser extremante familiar caiu Ler no seio da sociedade de Gaspar e assim permanecerá.

Ler sempre, comprar o jornal de sua preferência nas bancas (o que lhe garante o nobre título de sovaco ilustrado, o que em nada denigre o bom consumidor sem direito ao prestimoso serviço dos Procons.




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