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COLUNA
Por José Roberto Deschamps | beto@jornalmetas.com.br

Obra de contenção


foto: PMG

Mais da metade da obra de contenção da encosta da Rua Dr. Nereu Ramos já está concluída e foram finalizadas as instalações de estacas. Para a próxima semana está agendada a execução de terraplenagem do talude da obra. Os trabalhos estão sendo executados pela empresa Salver Construtora e Incorporadora. A previsão é que a obra seja finalizada até o fim deste primeiro semestre de 2021, mediante boas condições climáticas. O deslizamento na Rua Dr. Nereu Ramos foi registrado em junho de 2019. Na ocasião, a Prefeitura fez a abertura de uma rota alternativa no dia seguinte e posteriormente realizada uma obra de contenção emergencial. A obra definitiva de contenção da encosta da via foi iniciada em outubro de 2020. Superintendência da Defesa Civil e engenheiros da Prefeitura acompanham trabalhos de perto para garantir integridade e segurança da obra.

Julgamento de Moisés

Fecho a coluna sem saber exatamente o futuro do Governador Carlos Moisés. O placar estava 4 a 2 a favor do afastamento e o deputado Valdir Cobalchini se preparava para falar. O julgamento do Tribunal Especial estava decidindo se de fato Moisés deve permanecer à frente do Executivo catarinense ou se será novamente afastado. Desta vez por conta da compra fradulenta dos 200 respiradores. A votação começou ainda pela manhã e entrou noite adentro, com cansativos discursos, alguns prolixos e totalmente denecessários, mas enfim, é um jogo e todos os atores querem ser personagens principais deste momento histórico da política catarinense. 

Modernização do Legislativo

Proposta do presidente da Câmara Municipal, Francisco Solano Anhaia, o Chico, do MDB, de modernizar administrativamente a Câmara Municipal já tem até Comissão Temporária Especial. O presidente será vereador Cleverson Ferreira (PP), que é também o segundo secretário da Mesa Diretora. Cleverson foi eleito na quinta-feira (25). O objetivo da Comissão é estudar a implantação do processo legislativo eletrônico e a informatização dos processos internos. O prazo para os trabalhos é de 180 dias. Segundo o presidente, serão agendadas visitas a Câmaras de Vereadores da região, com a intenção de verificar e analisar ferramentas tecnológicas. "A nossa missão agora é buscar um novo sistema para a Câmara de Vereadores de Gaspar, aproximando mais a tecnologia para a nossa realidade, evitando assim o consumo de papéis", declarou Cleverson. Foram solicitados servidores para formar a equipe de apoio técnico. A próxima reunião vai ocorrer na segunda semana de abril. A comissão tem ainda os vereadores Alex Burnier (PL), Dionísio Bertoldi (PT), Giovano Borges (PSD) e Júnior Hostins (MDB).

Visão realista

Para o Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau e região (Sintex), o agravamento da pandemia está empurrando ainda mais a economia para números negativos. Nas últimas semanas, estão sendo registradas suspensões de recebimento de produtos e inúmeros pedidos de prorrogação de pagamentos. O Dia das Mães, segunda data mais importante do ano para o comércio, já está com as vendas comprometidas pelo segundo ano consecutivo. Com esse cenário, o varejo deve registrar queda no volume de vendas em março e já se prevê redução da atividade também nos meses de abril, maio e junho. Isto também terá reflexo na atividade industrial. "A indústria acompanha os movimentos do varejo e se um setor não vai bem, temos uma reação em cadeia", explica o presidente do Sintex, José Altino Comper, que é também o CEO da Círculo S.A.

Visão realista 2

Comper destaca, ainda, que grande parte das indústrias têxteis que trabalham para redes de varejo, tomaram dinheiro emprestado de programas do Governo Federal para vencer os desafios dos últimos 12 meses. "Diante do cenário atual, não há condições de obter novos valores. Ao contrário disso, é preciso pagar os valores emprestados. É uma situação muito difícil para todos, especialmente para as indústrias têxteis", avalia Comper. Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mais de 75 mil lojas fecharam as portas no Brasil, no primeiro ano da pandemia de Covid-19. É a maior retração desde 2016 (-105,3 mil). O ramo que mais perdeu unidades foi o de vestuário, calçados e acessórios (-22,29 mil unidades). O presidente do Sintex reconhece que economia e saúde precisam andar juntas e destaca que o momento agora é de investir na vacinação em massa. "Somente a população vacinada, teremos a recuperação da saúde e, consequentemente, da economia. Precisamos de políticas públicas que acelerem a vacinação. Não há outra alternativa", afirmou Comper.


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