Entre os imigrantes italianos estabelecidos em Gaspar, estava a família Graciola: Francesco nascido em 1852 e sua esposa Ambrosina Domênica, nascida em 1852, casados na Itália em 1871. Filhos: Amália Attília, nascida em 1872, Francesco Giovanni nascido em 1874 e o bebê Ambrosina Maria, nascida em 1876.

O pai Fedele Graciola, com 67 anos, viúvo e animado com a idéia de viver no Brasil, acompanhou o filho nesta aventura, imigrando para o Brasil, em 1876.
Em fevereiro de 1887, Fedele Graciola, que trabalhava com os outros, abrindo caminhos, afastou-se um pouco para beber água fresca, em um riacho e não encontrou mais o caminho de volta. Andou três dias pela floresta até sair em Guabiruba, onde tornou a encontrar gente.
Oito dias mais tarde pode juntar-se de novo a seus familiares em Gaspar.
Os familiares, depois de buscas angustiadas, já o consideravam morto.

Nora de Fedele Graciola
Ambrosina Domênica Fontana Graziola *1852 (IT) e + 1944 (BR), esposa de Francesco Graziola.
Mãe de: Amália Attilia; Francesco Giovanni; Ambrosina Maria; Francisco Antônio (2°); Henrique Fideles; Guido; Celso; Justo; Francisco.
Após este evento, sempre que ouvia o cantar de galos, Fedele, agradecido, dizia que durante suas desventuras na floresta, sentia-se seguro ao ouvir o cantar de galos... Estes sons deram a ele, a direção a seguir até encontrar civilização.
Gaspar, 18 de setembro 2020
Fontes: Faces da Vida . José Francisco Graciola. Campina -.2006.
O Gasparinho. Frei ElzeárioSchmitt - 2000.
Arquivo H. D. Leopoldo J. T. Schmalz
Organização: Leda Maria Baptista
Revisão: Rogéria Albrecht
Deixe seu comentário