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Secretaria notifica empresa WWT

Máscaras. Governo irá devolver as máscaras considerada inadequadas

Agência RCN/AdjoriSC

A Secretaria de Estado da Educação (SED) notificou nesta quinta-feira (23) a empresa WWT (ex-Rama), de Palhoça, que forneceu máscaras irregulares contra a Covid-19 para as escolas da rede estadual de ensino. Em e-mail, a pasta convoca um representante da empresa para comparecer ao almoxarifado da Secretaria na próxima segunda-feira (27), quando serão devolvidos os materiais irregulares. A SED finaliza nesta sexta (24) o recolhimento das máscaras irregulares entregues pela empresa. Os materiais estão sendo coletados desde segunda-feira, com prazo de cinco dias. Na sequência, os servidores da pasta farão a contabilidade dos itens devolvidos no almoxarifado da Secretaria, na Grande Florianópolis. Segundo comunicado interno da Secretaria, o relatório dos produtos devolvidos ficará pronto a fim de notificar a empresa para realizar a substituição dos produtos. A devolução ocorrerá na tarde de segunda-feira. A Secretaria não informou o quantitativo devolvido até agora. Um ofício foi encaminhado a todas as coordenadorias regionais de educação no início da semana pedindo o retorno de equipamentos que não apresentem as condições descritas no edital de compra das máscaras. Segundo laudo técnico, elas não apresentam condições ideais de proteção.

Nesta semana, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato e determinou a devolução dos itens. A decisão ocorreu após representações do Ministério Público de Contas (MPC) e da deputada estadual Luciane Carminatti (PT). "A utilização de um produto fora dos padrões de qualidade pode trazer a falsa sensação de proteção e colocar em risco a vida de uma infinidade de pessoas", escreveu o relator do processo no TCE/SC, conselheiro César Filomeno Fontes.O laudo contratado pelo MPC para analisar as máscaras aponta desacordo no material usado (uma camada em vez de três), nas alças, no comprimento do clipe nasal (mais curto do que o exigido), na eficiência da filtragem de partículas e na eficiência em repelir fluídos. De 15 critérios analisados pelo laboratório, as máscaras foram reprovadas em seis deles.

O chefe da pasta, Luiz Fernando Vampiro, disse que a SED faz fiscalização e que máscaras irregulares foram misturadas a outras que atendiam o descritivo do edital. 



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