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Prevenção.

Outubro fecha com relatos de superação

Reportagem especial (vídeo) do JM aborda câncer de mama

O Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção e orientação sobre o câncer de mama, encerra com uma reportagem que traz relatos emocionantes de mulheres que viveram ou ainda vivem o drama do diagnóstico positivo de uma doença que matou 660 mulheres em Santa Catarina no ano passado. Só este ano, 429 novos casos surgiram até final de setembro. Números que colocam o Estado com a segunda maior taxa de incidência da doença: 93,05 casos para cada 100 mil habitantes.

Ao mesmo tempo que a doença assusta, revela histórias incríveis de superação que merecem ser contadas numa super reportagem em vídeo do Jornal Metas, assinada pela jornalista Carol Mafra e o cinegrafista Gilson Israel. O material já pode ser acessado no nosso site (www.jornalmetas.com.br), em nossas redes sociais ou simplesmente apontando a câmera do seu celular para o Qrcode que está no final desta reportagem. São quase dez minutos de uma aula de amor à vida e ao próximo. Emoção da primeira a última frase. Depoimentos como a da dona Márcia Amorim, diagnosticada com câncer no início deste ano, enquanto cuidava do marido internado num hospital da região. Sem medo de se expor, como exemplo e alerta a outras mulheres, Márcia fez um apelo: "Peço para todas as mulheres se cuidar, eu só trabalhava e esqueci de mim, se tivesse descoberto no início seria mais fácil". Ela sonha com o momento em que vai poder tocar o sino, que fica no setor onde faz o tratamento e quimioterapia no Hospital Santo Antônio, em Blumenau. O sino, quando tocado, significa que o doloroso tratamento quimioterápico chegou ao fim.

Para Ivete Mafra Hammes, Simone Gugel Schneider, Kalinka de Souza, Andreia Morello e Rafaele Avancini o sino já tocou. Elas são mulheres que superaram o pior momento, mas admitem, nas entrevistas, que o início não é fácil. "Quando você recebe o diagnóstico, a primeira coisa que vem na cabeça é que você vai morrer", diz Andreia. "A quimioterapia traz muito sofrimento, dor, enjoo, perda de cabelo, insegurança, tudo isso é difícil... a fé em Deus, amor pela família, tudo isso faz você superar e enfrentar com mais facilidade o problema", acrescenta Ivete.

"Quando recebi o diagnóstico falei comigo mesmo: Por que eu, com câncer? Mas, eu não me permiti cair, porque já vinha de um processo de transformação. Eu saí do consultório com a frase que a minha médica me disse na cabeça: doença não é castigo, você não está recebendo um atestado de morte, mas um diagnóstico de uma doença tratável", recorda Kalinka.

Superpoderosas

Não à toa, elas são chamadas de "meninas superpoderosas" e integram um grupo com a finalidade dar apoio e orientação a mulher com câncer. O grupo nasceu por iniciativa de outra gasparense que enfrentou a doença de frente ainda muito jovem: Rafaele Avancini foi diagnosticada com o tumor antes de completar 40 anos de idade. "Perdi cabelo, sobrancelha. Tudo aquilo que me configurava uma mulher eu não tinha mais, precisei me resignificar.. Foram anos de luta até a liberação..." As superpoderosas, afirma Rafaele, "é um presente de Deus, encontrei duas amigas num café e decidimos montar um grupo de whatsapp sobre o tratamento", relembra. Hoje, mulheres de todos os cantos do Brasil participam do grupo das Super Poderosas. Rafaele foi diagnosticada com o tumor antes de completar 40 anos de idade. A reportagem traz ainda a entrevista com médica Mastologista, Bianca Silveira Sá, e o belo trabalho da Rede Feminina de Combate ao Câncer.

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