O religioso abusou de sete mulheres e um homem entre os anos de 2011 e 2021

Um pastor de Tubarão foi condenado pela Justiça de Santa Catarina a 40 anos e 20 dias de prisão por violação sexual mediante fraude. O religioso cometeu o crime previsto no artigo 215 do Código Penal de 2011 a 2021 contra nove vítimas - oito com uma conduta e um caso em que a prática teria ocorrido ao menos cinco vezes, ou seja, por 13 vezes o pastor cometeu o abuso. Duas das vítimas eram adolescentes quando os fatos ocorreram e uma era do sexo masculino. Conforme a investigação, os crimes foram praticados entre os anos de 2011 e 2021 na casa de algumas das vítimas, na própria igreja onde o réu era pastor e em um salão de beleza. Ainda de acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o homem teria se aproveitado de problemas pessoais como desentendimentos familiares, conflitos conjugais, desejo de engravidar, entre outras situações para impor os atos libidinosos que auxiliariam na resolução dos problemas.

"O réu adotava sempre o mesmo modo de agir, ludibriando os ofendidos, por algum motivo fragilizados emocionalmente, para praticar os crimes sexuais em momentos que chamava de oração", comenta a Promotora de Justiça Substituta Vanessa Cristine da Silva de Oliveira, da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tubarão.

O réu já estava preso preventivamente desde 4 de novembro de 2022 e teve negado o direito de recorrer em liberdade. Além da pena privativa de liberdade, o pastor terá que indenizar as vítimas no valor total de R$ 71 mil. Sete das vítimas receberão o valor de R$ 7 mil e ainda, uma das vítimas, que sofreu a prática por cinco vezes, receberá o valor de R$ 15 mil.


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