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Ambiente de vacinação mais humanizado

Gesto. Na Arena Multiuso, profissionais da saúde recebem vacinados com sementes de girassol

Foto: Foto:PMG
A Prefeitura de Gaspar deu prazo de 48 horas para a Safira, empresa que opera o transporte coletivo na cidade, retornar com as nove linhas e xx horários que ela suprimiu da sua gra-de no último dia 9 de abril. Já se passaram mais de dez dias e até agora nada foi resolvido. A empresa não se pronuncia à imprensa, enquanto a Prefeitura alega que o processo admi-nistrativo está em andamento, assim como um estudo de demanda do tranporte coletivo urbano em Gaspar . ?Enquanto ele não é concluído, já está em andamento um estudo de formas alternativas para conseguir atender a demanda nos próximos dias?, informou a assessoria de imprensa da Prefeitura. A Assessoria de Comunicação também informou que a empresa foi notificada, tinha um prazo de 48 horas para adequar, mas que não cumpriu, por isso foi aberto o processo adminis-trativo e os procedimentos burocráticos está correndo. Enquanto isto, os usuários estão meio sem saber se as linhas retiradas vão retornar e quando isto vai ocorrer. Usuária do transporte coletivo, dona Edna Regina Threiss diz que ainda tem o horário que precisa, mas conhece muitas gente que está enfrentando dificuldades desde que a Safira cortou as nove linhas. ?Coneço pessoas que não estão tendo como ir trabalhar no horário das 10 horas porque a empresa cortou o horário, eles precisam sair bem cedo de casa. Ago-ra, não dá pra ficar duas horas esperando pra começar a trabalhar né?. Ele questiona porque a empresa não coloca os horários mais rentáveis de hora em hora. Entenda o caso Na manhã de sexta-feira, dia 9 de abril, muitos usuários do transporte coletivo urbano de Gaspar foram pegos de surpresa nesta sexta-feira (9). Numa decisão unilateral, a Safira Transportes, empresa responsável pelo serviço, cancelou nove linhas, representando 156 horários a menos. A Prefeitura também foi pega de surpresa com o comunicado da empre-sa, na manhã de quinta-feira (8), ou seja menos de 24 horas antes das mudanças. ?Ficamos no ponto de ônibus esperando muito tempo, nem os ônibus que vão para Blumenau fizeram os horários que estavam sendo feitos. Isto é um descaso com nós que precisamos do transporte público, afirmou Nilva Santos. Por meio de nota oficial, a Safira alegou que o baixo nú-mero de usuários pagantes do sistema do transporte público foi o motivo para a redução das linhas e horários. Com as alterações anunciadas, os principais bairros impactados são: Sete de Setembro, Belchior Baixo, Belchior Alto, localidade de Águas Negras, Figueira, Arraial D?Ouro, Gaspar Mirim, Macucos e localidade do Sertão Verde. A empresa também comunicou que não irá mais circular no terminal urbano, no bairro Coloninha. A redação do Jornal Metas procurou, na manhã de sexta-feira (9) um dos diretores da Safira, Rodrigo Bogo. Ele disse que estava entrando em reunião com seus colaboradores e que mais tarde conversaria com a equipe. A reportagem tentou novo contato no período da tarde e o diretor declarou que não quer se manifestar sobre o assunto. A diminuição nas linhas e horários estão em desacordo ao contrato firmado com o município. Por isso, a prefeitura de Gaspar decidu notificar a Safira. De acordo com o superintendente de Trânsito de Gaspar, Maico Ebertz, a Safira terá prazo de 24h para recolocar na sua grade as linhas e horários. Caso a empresa não atende a determinação, será instaurado processo administrativo. Ebertz revelou que a Safira já vinha relatando dificuldades financeiras por meio de oficios ao Executivo, solicitando, inclusive, revisão de contrato. Porém, segundo o diretor, a Prefeitura não tomará nenhuma decisão antes de receber o novo estudo sobre a demanda do transporte coletivo na cidade. ?Enquanto esse processo está em andamento, um novo modal deve ser colocado em prática, a fim de amenizar os transtornos causados pela pandemia e atender os gasparenses da melhor forma possível?, explica um trecho da nota oficial da Prefeitura. A Safira assumiu o transporte coletivo, em contrato emergencial, em junho de 2020. Ela susbstituiu a Coletivo Caturani, que desistiu de assinar um novo contrato emergencial em função do decreto do Governo do Estado que, na época, suspendeu por tempo indeterminado a circulação de ônibus e outros meios de transporte coletivo no estado em função da pandemia.

Quem vai à Arena Multiuso Prefeito Francisco Hostins, para tomar a dose da vacina contra a COVID-19 se depara com um ambiente acolhedor, com música e carinho. Isso porque, a Prefeitura de Gaspar, por meio da Secretaria de Saúde, preparou uma ação de incentivo a vacinação com a colocação de girassóis e a distribuição de sementes da flor, tudo para tornar esse momento ainda mais alegre.

Para fazer desse momento ainda mais especial, equipes da Secretaria de Saúde distribuem sementes de girassol para os moradores, reforçando a importância da vacinação e principalmente reiterando a esperança. "É importante promover espaços mais humanizados. Muitos dos idosos que chegam aqui, falam que a vacina da COVID-19 representa as gotas de esperança, e nada mais representativo do que o Girassol, que traz essa sensação de felicidade, esperança e renascimento", destaca Silvania Joanello dos Santos, secretária da saúde.

Uma dose de esperança é recebida por centenas de gasparenses, a vacinação contra a Covid-19. Muitos idosos chegam no centro de vacinação com lágrimas nos olhos e coração aliviado, e muitos definem o momento de imunização como sinônimo de esperança por dias melhores. Entre os desejos para muitos com o fim da pandemia é reunir a família e abraçar sem medo.

Mais do que uma simples aplicação da vacina e orientações, os idosos saem da arena multiuso com a certeza de um atendimento com carinho, atenção e segurança pelos profissionais da saúde. O acolhimento humanizado, principalmente durante o período em que vivemos contribui com a melhora do quadro de saúde e principalmente reduz a sensação de medo e estresse causados pela pandemia.


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