Alfinetada I - João Koehler, o popular Coni, presidente do Ferroviário da margem esquerda, ligou para a redação do Jornal Metas e teceu comentários pertinentes sobre a atual situação do futebol amador de Gaspar. Primeiro, disse ele ao repórter Carlos Erbs, "nem a Liga Desportiva Gasparense, e muito menos a FME vão organizar o campeonato municipal". Essa foi a impressão que ele teve ao participar da reunião da quinta-feira passada quando se discutiu a realização da competição. "Faltou objetividade", resumiu.
Alfinetada II - Coni também afastou qualquer chance do Caramuru mandar seus jogos do Regional 2010 no campo do Ferroviário, em Gaspar. O presidente disse que estranhou os boatos que correram na mídia, na semana passada, de que estaria fazendo uma parceira com o clube de Pomerode. Nas palavras de Coni, "quem está espalhando estes boatos deveria se preocupar em organizar o esporte de Gaspar e não incomodar quem há 21 anos promove atividades desportivas neste município sem visar lucro".
Alfinetada III - Por falar em Ferroviário, o time realizou um amistoso contra o Sete de Setembro no último domingo (28) e venceu pelo placar de 7 a 1. Coni aproveitou para dar a terceira alfinetada. "Não existe só o Tupi em Gaspar, outros clubes e associações promovem futebol quase todos os finais de semana. A mídia só fala do Tupi". Bem, neste caso, defendo a categoria: é preciso que a informação chegue até a redação.
Placar - "Histórias e bastidores dos 40 anos da revista Placar, assinado pelos jornalistas Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn, será lançado em março. A obra contará com prefácios de Zico e Rogério Ceni, e apresentação de Mauro Beting. Os bastidores do esporte e da “redação dos sonhos” são resgatados por grandes nomes do jornalismo esportivo do País. “A história de Placar é redigida com a bravura do bom jornalismo, que não se curva ao opressor para mostrar o traseiro para o oprimido”. A frase é de Millôr Fernandes.
Leitor - "Caro Alexandre: Alguns esclarecimentos: Recentemente, você mencionou em sua coluna Dois Toques a denúncia feita contra a LDG no fim do ano de 2007. Como fui o denunciante dessa entidade e, principalmente, do poder público e dos vereadores que aprovaram os projetos de repase público gostaria de tecer alguns detalhes sobre essa questão. Primeiro, dois anos e a denuncia não chegou na Segunda Promotoria de Gaspar. A denúncia foi baseada no parecer da comissão e Justiça da Câmara de vereadores que orientou para o crime contra a imoralidade pública ao serem aprovados os repases de verbas públicas. É baseado no decreto número 900, assinado pelo ex-prefeito Adilson Schmitt em 2005. Entidades que não prestassem contas de seus gastos não poderiam receber recursos públicos. A Liga recebeu mesmo não tendo prestado contas dos R$ 10 mil que recebeu em 2006 e estando ainda pagando a dívida aos cofres públicos. A comissão da Câmara alertou que o advogado Aurélio Marcos foi o denuciante da Liga antes de entrar no governo Adilson Schmitt e depois, como procurador do munícipio, deveria zelar pela moralidade administrativa. Em 2007, a LDG recebeu R$ 22 mil do poder público. No mesmo ano, recebeu R$ 32 mil do Estado através de subvenção social que pode ser comprovado nesse link: http://geran.sef.sc.gov.br/entidades.aspx?cdConvenente=79375218000180&ano=2007&cdMunicipio=0060&nmConvenente=LIGA%20DESPORTIVA%20GASPARENSE&tipo=0".
Grato, Anisio Lana - Barracão.
Deixe seu comentário