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CRIME

Civil investiga suposto estupro em escola

Mãe da criança teria feito a denúncia após muro da escola amanhecer pichado

O que começou com uma denúncia de danos ao patrimônio público, evoluiu nesta semana para uma grave acusação de estupro de vulnerável em Gaspar. O crime teria acontecido em uma escola da rede municipal de ensino e informado oficialmente à Polícia Civil na segunda-feira (17), quando a mãe de uma criança de oito anos, aluna do educandário, registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia da cidade. Na denúncia, a mãe diz que questionou a filha, até que ela, chorando, contou que um professor a pegou no colo e passou a mão em seu corpo, acariciando-o.

A história, porém, começou ainda na semana passada, depois que o muro da escola apareceu pichado na quarta-feira (12). Palavras como #justiça e #estuprador chamou a atenção e deixou os pais preocupados. A foto da pichação - assim como a denúncia contra o professor - foi parar nas redes sociais, como o facebook. E foi justamente a repercussão da imagem que fez com que a mãe questionasse a filha já que, segundo a denúncia, ela estaria tendo um comportamento estranho, com medo de todos.

O caso está sob responsabilidade da delegada Rosi Serafim, que chegou à Comarca de Gaspar faz poucos dias. A redação do Jornal Metas entrou em contato com a delegada, que afirmou que não iria comentar o caso, pois o mesmo corre em segredo de justiça. Ela garantiu, porém, que as investigações estão em andamento.

Servidor afastado 

Por meio de nota, a secretaria de Educação de Gaspar disse que já está tomando providências para apurar os fatos envolvendo as acusações contra o servidor. O documento diz que "atos de vandalismo foram praticados em uma escola na última semana. O educandário teve os muros pichados com dizeres que fazem acusações a um servidor. Um Boletim de Ocorrência foi registrado para que a Polícia Civil possa investigar o ato". Na sequência, a nota traz a informação de que, até a segunda-feira (17), nenhuma denúncia formal havia sido registrada junto à Secretaria. Mediante ao ato, a administração buscou informações para tentar elucidar o caso e, na terça-feira (18), tomou ciência do registro de BO contra o servidor. "Um processo administrativo será instaurado para apurar os fatos e determinar quais os procedimentos cabíveis. Até que sejam apuradas todas as informações, o servidor ficará afastado das funções em sala de aula", finaliza a nota. 

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