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Toyota Hilix tem novo visual

A Toyota apresentou a linha 2021 da Hilux com uma aguardada reestilização. Apresentada na Tailândia em junho, a reforma inclui grade maior com moldura mais grossa, para-choque redesenhado e faróis em novo formato, compostos por LED nas versões mais caras. Também foram revistas as rodas e as lanternas, agora com LED nos modelos mais equipados. O interior traz quadro de instrumentos com novo grafismo, enquanto a topo de linha SRX incorpora controle de velocidade adaptativo (ACC), aviso de mudança de faixa e alerta de colisão com frenagem de emergência. Para completar, o motor 2.8 a diesel passa a entregar 204 cv, 27 cv a mais. 

Fiat Cronos ganha retoque frontal 

Como esperado, a Fiat alinhou o Cronos a modelos como Strada, Argo e Mobi, aplicando-lhe sua nova identidade visual. Assim, a principal mudança na linha 2021 do sedã está na grade, com logotipo que abandona o aro cromado e o fundo vermelho, deixando o nome da montadora em evidência. Também aparece a Fiat Flag, com quatro barras diagonais que lembram seu antigo emblema, mas tonalizadas nas cores da bandeira da Itália. O logo também aparece nas rodas, no volante e na central multimídia. Para completar, há novos itens: as versões Drive 1.3 e 1.8 ganham vidros elétricos traseiros, a Precision 1.8 recebeu ar condicionado digital e chave presencial e a HGT incorporou câmera de ré.

Estepe temporário pode ser proibido

O estepe temporário, mais fino e de menor diâmetro, pode ser banido no Brasil. A iniciativa de coibi-lo é do deputado Gervásio Maia (PSB-PB), mediante o Projeto de Lei nº 5098/2020, que determina que todos os pneus de um veículo novo, incluindo o sobressalente, tenham exatamente as mesmas medidas. Para o congressista, o espete menor "prejudica o desempenho do veículo e caracteriza uma prática abusiva por parte do fornecedor" e sua oferta é uma "prática nefasta" das montadoras. Para entrar em vigor, o PL ainda precisa do aval da Comissão de Viação e Transporte (CVT) e da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJD), para então ser votado no Senado Federal. Se aprovado, o segue para a sanção (ou não) do Presidente da República.



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