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CICLONE

Bolsonaro garante ajuda a Santa Catarina

Presidente realizou um sobrevoo sobre áreas atingidas pelo ciclone extratropical na manhã deste sábado (4)


Presidente sobrevoou a região de Governador Celso Ramos, bastante castigada pelo ciclone da última terça-feira (30) - FOTO ISAC NÓBREGA - PR

O presidente Jair Bolsonaro garantiu que o Governo Federal irá auxiliar o Estado de Santa Catarina na reconstrução das estruturas danificadas pela passagem de um ciclone extratropical, na última terça-feira. Ele sobrevoou na manhã deste sábado (4), as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos, duas das mais atingidas pelos fortes ventos. A princípio, havia a informação de que o presidente também iria sobrevoar o Vale do Itajaí e o oeste do Estado, porém, isso não se confirmou. Acompanhado pela vice-governadora Daniela Reinehr, por membros da equipe de governo e por parlamentares, o presidente usou um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) para verificar, do alto, os estragos de umas das regiões onde o fenômeno climático causou mortes e prejuízos econômicos.

Após o sobrevoo, que durou cerca de 40 minutos, Bolsonaro participou de uma reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense. O governador Carlos Moisés, em quarentena por ter sido testado positivo para COVID-19, acompanhou o encontro por videoconferência.

"Viemos a Santa Catarina para termos contato direto com o que realmente aconteceu com esse ciclone, trazendo desconforto e mortes para alguns dos nossos irmãos aqui de Santa Catarina. E dizer a todos que o nosso governo, em especial através do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que tem a frente aqui o Rogério Marinho, estamos à disposição, para no que for possível, minorar o sofrimento daqueles que foram atingidos. Obviamente nos solidarizamos aos familiares daqueles que perderam suas vidas", disse o presidente durante encontro.

"Esse é um momento em que o Estado de Santa Catarina necessita de ajuda. Com a presença do presidente Bolsonaro, tenho a certeza de que o Governo Federal está atento a essa nova dificuldade que surge para os catarinenses. Após esse primeiro momento de assistência humanitária, virá a parte da reconstrução, e esperamos que o Governo Federal nos atenda nesse sentido", destacou Carlos Moisés.

O governador reforçou mais uma vez a importância do alinhamento com o Governo Federal, principalmente, nesse momento de urgência no atendimento à população. "Quando decretamos estado de calamidade pública, o processo abrangeu 135 municípios e hoje o número de cidades afetadas já chega a 185", disse Carlos Moisés, que agradeceu pela presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro Rogério Marinho e do coronel Lucas, secretário Nacional da Defesa Civil. 

Carlos Moisés também solicitou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) modifique os seus protocolos quanto às linhas subterrâneas de energia. Segundo Carlos Moisés, é necessário que se facilite a adoção desse protocolo, para que no futuro possamos evitar danos tão extensos na rede elétrica em caso de desastres climáticos. 

A visita do presidente

O presidente Jair Bolsonaro chegou a Santa Catarina pouco antes das 8h20min deste sábado. Ele pousou com o avião presidencial no aeroporto de Florianópolis, onde foi recepcionado na pista pelas autoridades. O presidente permaneceu em solo por aproximadamente 20 minutos, até decolar em um helicóptero para sobrevoar as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos.

O presidente retornou ao aeroporto internacional de Florianópolis por volta de 9h30min. No terminal, participou de reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense para debater a situação. O vôo de volta a Brasília ocorreu por volta de 10h30min.


Diagnosticado com COVID-19, o governador Carlos Moisés conversou com o presidente por videoconferência - FOTO JÚLIO CAVALHEIRO/SECOM

Estado de calamidade pública

Na quinta-feira (2), o governo estadual decretou calamidade pública devido aos estragos causados pelo ciclone bomba. Na ocasião, 152 cidades catarinenses já haviam reportado à Defesa Civil estadual danos causados pela passagem do ciclone extratropical, que atingiu também aos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, com menos força. Além de ao menos nove mortes, o fenômeno climático deixou outras nove pessoas feridas em Santa Catarina.


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