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A história da Apple contada em museu

28 Novembro 2014 17:09:00

HiMaker abriu espaço para visitação na quinta-feira(27)

Alexandre
Giovanni Ramos/Jornal Metas

A história de uma das marcas mais admiradas e desejadas do mundo será contada de forma permanente em Blumenau. Criado pela empresa de sistemas HiMaker, o Museu da Apple foi aberto na quinta-feira (27) em uma sala da Blusoft, contendo mais de 500 itens da marca eternizada por Steve Jobs. Entre os 524 itens disponíveis no acervo, estão computadores desde a década de 1980, o primeiro Iphone, impressoras, revistas especializadas na marca até mesmo projetos que não deram certo, como o Macintosh Portable, uma das primeiras tentativas de computador portátil, lançado em 1989. O museu foi montado a partir do acervo pessoal de Henrique Bilbao, fundador e CEO da HiMaker, com a participação de usuários de produtos Apple de todo o país. "Muitos dos doadores são clientes da HiMaker, que tinham as máquinas antigas guardadas. Quando comecei a falar da proposta do museu, as doações começaram a aparecer", comenta Bilbao.

Um dos computadores em exposição é do oftalmologista Charles Zwicker. Ele comprou a máquina em 1993 na Europa, de segunda mão e a usou durante a faculdade. Zwicker descobriu que alguns arquivos pessoais continuam guardadas na CPU. "Alguns arquivos que eu encontrei existem há cerca de 20 anos. A iniciativa do Bilbao foi boa, sou um usuário dos produtos Apple e é muito bom ver esta história preservada também em Blumenau", diz o oftalmologista.

Não há cobrança de entrada para visitar o museu. Porém, pelo fato do espaço estar localizado dentro de um prédio empresarial, as visitas precisam ser agendadas pelo site www.museuapple.com.br. "Recebemos visitas individuais ou também de turmas de escolas e faculdades, interessadas em conhecer um pouco mais da história da informática", revela Bilbao. A história dele com a marca Apple começou há 10 anos, quando foi trabalhar na Clicheria Blumenau, seu primeiro emprego onde atuava com os produtos da Apple. Fã dos produtos de Steve Jobs, Bilbao nunca conseguiu jogar um gadget fora. Começou aí, a criação do acervo do museu. Há três anos, ele montou a HiMaker, empresa que desenvolve softwares dos mais variados setores, mas sempre com foco na Apple. Os clientes com produtos da marca guardados em casa aumentaram e Bilbao decidiu colocar, na prática, a ideia de montar o museu. "No começo era um corredor para os funcionários da HiMaker conhecerem a história da Apple. Para abrir a visitação, aumentamos o espaço", conta Bilbao, que possui uma meta: ter o maior Museu da Apple do Brasil.

 

 

 

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