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COLUNA
Por José Roberto Deschamps | beto@jornalmetas.com.br

Gaspar e o IGM

O município de Gaspar teve bom resultado em Gestão, porém caiu em Finanças / FOTO GUILHERME SPENGLER

POR ALEXANDRE MELO / INTERINO

O Conselho Federal de Administração (CFA) divulgou dados de um levantamento que mede a qualidade das administrações públicas municipais em todo o Brasil. O Índice de Governança Municipal (IGM) foi criado em 2016 e, na versão 2019, que trabalha em cima dos números de 2018 feito por respeitáveis institutos como o IBGE, passou por uma revisão que o tornou ainda mais criterioso, com cerca de 600 variáveis. Por isso, o IGM tornou-se, a partir de agora, um dos mais completos estudos sobre o desempenho administrativo e financeiro das prefeituras brasileiras. Dentro do seu grupo, que reúne as cidades entre 50 mil e 100 mil habitantes e PIB per capta acima de R$ 20.400,00, Gaspar teve um desempenho satisfatório, ficando em 38º lugar entre 175 municípios. O município obteve nota 7,53 contra 8,92 da melhor cidade do seu grupo, Votuporanga-SP.  

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O interessante do IGM é que ele divide as cidades por grupos, tornando a comparação para efeitos de ranking muito mais justa. Os índices - de 0 a 10 - aplica-se a três grandes dimensões: Finanças, Gestão e Desempenho. E dentre essas três áreas, a de Finanças foi a que colocou Gaspar mais abaixo do ranking, com índice de 6,55. A Finanças tem uma série de variáveis, como por exemplo a receita própria, capacidade de investimentos, gastos com pessoal, liquidez, dívida, investimentos em educação e saúde e até gastos com o legislativo. O que mais surpreendeu, no caso das Finanças de Gaspar, foi o mal desempenho no investimento per capita em saúde e educação, com índice de 4,71. Já em Fiscal e custo do legislativo, o município foi bem, com índices de 8,05 e 9,31, respectivamente.

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Já em Gestão, que envolve a prestação de serviços à comunidade, servidores, comissionados, qualidade do investimento, disponibilidade de informações, transparência, entre outros, a administração municipal de Gaspar obteve o melhor índice entre os três: 8,16. Na relação, por exemplo, número de servidores público por habitante, o índice de Gaspar foi de 9,28 (0 a 10), transparência foi 9,20, planejamento 7,19 e qualidade do investimento 6,93. Isso mostra que existe um trabalho bem estruturado quanto à gestão do município.

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Já o indicador Desempenho, Gaspar ficou no meio termo: índice de 7,88. O Desempenho analisa, basicamente, três áreas: educação, saúde e segurança, além da qualidade habitacional e vulnerabilidade social. Gaspar foi muito bem em saúde e educação, porém, foi lá para baixo no critério qualidade habitacional. Em vulnerabilidade social, o município obteve a melhor nota entre todos os critérios das três dimensões: 10. Em segurança, o município também foi muito bem, com 9,73. Entre as cidades catarinenses do seu grupo, Gaspar ficou na 8ª posição, porém, ainda atrás de cidades geograficamente e economicamente muito semelhantes, como Indaial (3ª colocada), Canoinhas (5ª) e São Bento do Sul (6ª).

Cleverson assume

Cleverson Ferreira dos Santos é o terceiro suplente da coligação (MDB/PP/PSC) a assumir uma cadeira no legislativo gasparense. Filiado ao PP, ele assumiu a vaga de José Ademir Moura (PSC). O empresário do ramo de alimentos permanece no cargo por sessenta dias. Cleverson recebeu 693 votos nas últimas eleições municipais. Para o vereador suplente, é o momento de oferecer apoio às reivindicações dos moradores do bairro Bela Vista e também do empresariado local. "Vim pra somar com os projetos do governo. Minha luta é pelo desenvolvimento e crescimento de Gaspar", resumiu o parlamentar.




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