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COLUNA
Por José Roberto Deschamps | beto@jornalmetas.com.br

CPI


Foto: Bruno Collaço / Agência Alesc/


O governador Carlos Moisés devolveu o questionário à CPI dos Respiradores. Por ter a prerrogativa de chefe de estado, pode responder aos questionamentos da CPI por escrito. Evidente que essa não é melhor forma de se pegar um depoimento de um caso tão grave e importante. Na verdade, o que a CPI queria saber era se Moisés tinha ou não conhecimento da compra dos respiradores. O governador foi enfático durante todo o seu relato:: tinha conhecimento, mas não de detalhes. Também disse não ter tido contato com as pessoas que negociaram com o governo e que não é da sua alçada ficar intervindo em contratos de compra das secretarias. Neste caso, se Moisés não pecou pelo conhecimento dos fatos, pecou pela omissão. Ele colocou essas pessoas lá na secretaria e Casa Civil., portanto, não deixa de ser um crime de responsabilidade.

CPI 2

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Respiradores aprovou, em reunião interna na quinta-feira (16), a convocação para depor do empresário e médico paulista Fábio Guasti, considerado um dos intermediários da venda dos 200 respiradores pulomonares à Secretaria de Estado da Saúde. O pedido para a oitiva partiu do relator da CPI, deputado Ivan Naatz (PL). Guasti estava preso preventivamente desde junho, dentro da Operação Oxigênio, e foi solto nesta semana após concessão de habeas corpus pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio Noronha. A data do depoimento dele ainda será confirmada, mas a previsão é a de que ocorra na sessão da próxima terça-feira (21), a partir das 17 horas. 

Orçamento

A Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização já está analisando as diretrizes orçamentárias de Gaspar para 2021. O Projeto de Lei (PL) 28/2020, do Executivo, é relatado pelo suplente de vereador em exercício, Luis Álvaro Otiquir (PT). Para o próximo ano, segundo o texto, estima-se uma receita corrente de R$ 307 milhões. Além dos tributos municipais, o cálculo também considera transferências e convênios com os governos federal e estadual. A expectativa é de que a receita do município cresça 3,79% em comparação com a previsão orçamentária deste ano. Já a receita corrente líquida pode chegar a R$ 235 milhões. A inflação calculada é de 3,75%. É a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que diz como deverá ser feito o orçamento anual e quais serão os gastos mais importantes para o ano que vem. Após a divulgação do parecer, os vereadores vão ter 15 dias para propor emendas. Antes de ir à votação, o texto também será debatido em audiência pública.

Emendas

O secretário da Fazenda (SEF/SC), Paulo Eli, e o chefe da Casa Civil (SCC) em exercício, Juliano Chiodelli, garantiram o pagamento das emendas parlamentares impositivas dos deputados estaduais. No total, o governo do estado terá que repassar cerca de R$ 170 milhões aos municípios até o final de 2020. Durante reunião na Alesc, Eli e Chiodelli apresentaram também o cronograma de pagamentos. Em julho, serão quitados os repasses até R$ 200 mil, ou seja, 599 emendas que totalizam R$ 72,3 milhões. Em agosto, estão previstos os pagamentos de 258 emendas, com valores entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, que somam R$ 63,1 milhões. Já em dezembro, serão efetuados os repasses superiores a R$ 250 mil, cujo total é de R$ 36,3 milhões para 100 emendas. Deste total, R$ 48,6 milhões serão destinados à Saúde e R$ 47,7 milhões à Educação.

#Gaspar na história - Meios de Transporte

Na contracapa da edição deste sábado relembramos a importância das carroças e dos carros-de-mola. Está na lembrança dos nascidos antes da década de 1960, o tráfego intenso de carroças transportando mandioca para fecularia e engenhos de farinha, cana para Usina de Açúcar São Pedro, arroz para os descascadores Fachini, Krauss, Pamplona, Testoni... compras e muitos outros produtos e serviços de frete. Na construção da atual Igreja Matriz a carroça foi fundamental. E deste o início da colonização com a construção dos primeiros caminhos, as carroças transportaram cargas e passageiros até os portos de Gaspar. Durante as missas e/ou festejos, aos domingos, carroças, carros-de-mola e montarias ficavam amarrados nos espaços entorno do morro da igreja. Junto à praça, na Rua São Pedro ficavam os carros de aluguel (carros-de-mola). Assim durante muitas décadas este meio de transporte serviu a comunidade Gasparense.

Os tropeiros

A propósito, as matérias sobre personagens e fatos dos bairros Barracão e Bateis, e da localidade do Óleo Grande tem tido grande repercussão não só na nossa edição impressa, mas também na digital. Uma ideia que nos foi trazida pelo ex-vereador e morador do Barracão, Moacy Barbieri, o Coca. Nesta edição, a história é da família Benaci, que por muitos anos teve como atividade o tropeirismo. Há mais de 60 anos, eles viajavam até o meio-oeste do Estado para buscar gado. Uma história bem curiosa que vale a pena conferir na página 10 desta edição.


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