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Ação preventiva

15 Maio 2018 19:40:00

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Foto: Ivan Luchtemberg/Jornal Metas
O simulado mostra que algumas das lições de 2008 foram aprendidas

DA REDAÇÃO - INTERINO

Desde terça-feira  (15) Gaspar está entre as cidades que participam de um simulado integrado contra desastres naturais. O evento é extremamente oportuno, afinal, completam-se dez anos da tragédia climática de novembro de 2008. De lá pra cá, muito se falou e pouco se agiu. As ocupações irregulares continuam. É verdade que o governo do estado investiu em equipamentos modernos, como os radares, e em uma melhor estruturação da Defesa Civil, mas a grande verdade é que felizmente não passamos mais por uma situação daquelas que pudesse colocar à prova todo o investimento. O simulado desta semana é uma tentativa de se chegar próximo ao evento climático real. E achamos que é o caminho é justamente esse. As lições de 2008 ficaram para serem aprendidas. Em novembro será a vez do simulado na cidade de Ilhota, exatamente no local onde mais vidas se perderam em 2008: o complexo dos baús. 

Vingativo

Quando decidiu quebrar o acordo com o Executivo para eleição da Mesa Diretora, Silvio Cleffi (PSC) argumentou que se sentia menosprezado pela administração municipal. Então, como vingança, mudou de lado e passou a ser oposição ao governo Wan-Dall, mesmo tendo feito campanha ao seu lado. Na semana passada, Cleffi deu mais uma mostra que a vingança é comum em seu repertório político. Partiu do presidente da Câmara a denúncia que causou a exoneração do, até então, médico-regulador do município, Dr. Dantas, antigo desafeto de Cleffi. Dantas seguia atuando em cargo administrativo mesmo com a suspensão de seu registro médico. Agora, o município ficará sem um profissional na vaga até que a situação seja resolvida, prejudicando a liberação de exames e cirurgias.  

Na mira do MP

Ainda que, devido a questões profissionais - Cleffi atua como médico cardiologista no município, o presidente do Legislativo faça atendimento em horário reduzido na Câmara, Silvio Cleffi precisará dar explicações sobre as ações da sua presidência ao Ministério Público. O MP contesta algumas ações de Cleffi, entre elas o projeto de lei que cria um novo cargo comissionado ligado ao presidente com salário de R$ 8 mil, a atuação nas atividades internas do Legislativo de um assessor pessoal do presidente sem ligação trabalhista com a Câmara e o uso de material do legislativo com marca do seu mandato, ferindo assim o princípio da impessoalidade. 

Na mira do MP 2

O Ministério Público  abriu três inquéritos para averiguar as denúncias contra Cleffi que, nas próximas semanas, deverá apresentar as informações pertinentes aos questionamentos do MP. As denúncias contra o atual presidente do Legislativo são sérias, e podem ter desdobramentos negativos ao político, e até mesmo ao seu assessor pessoal que também irá responder no mesmo inquérito que o presidente. Além disso, Cleffi criou rusgas com os servidores efetivos uma vez que não é raro o político contestar a atuação de alguns destes servidores. 

Na mira do MP 3

Mesmo que tente mostrar que seu mandato é eficiente, até o momento, a presidência de Silvio Cleffi acumula mais polêmicas que resultados. Além de polêmicas, Cleffi também anda colecionando desafetos no meio político, seja com seus colegas vereadores, com o Executivo municipal ou mesmo a imprensa local. Até mesmo o grupo de oposição, que dá suporte à sua presidência, começa a questionar algumas ações de Cleffi frente à Mesa Diretora. Resta saber se o vereador que fez a denúncia contra Cleffi (vereador Chico Anhaia) será a próxima vítima da vingança de Cleffi.

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