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O mundo pós-pandemia

Quase dez meses depois do primeiro caso de coronavírus em Wuhan, na China, o mundo ultrapassou 1 milhão de óbitos. O Brasil segue na segunda posição no ranking das mortes: 146.773 (até 5/10), atrás apenas dos Estados Unidos. Portanto, não dá para repetir que foi uma "gripezinha". Foi, de fato, a maior crise sanitária que o Planeta viveu em 100 anos. Todavia, nas últimas semanas, os sinais são claros de que a pandemia recuou, embora em alguns países da Europa o número crescente de casos nas últimas semanas tenha acendido o sinal de alerta. Evidente que enquanto não tivermos a vacina, vamos conviver com a ameaça e medo de uma volta da pandemia. A doença mata com uma rapidez espantosa. A população, porém, começa a perceber que dá para retomar a rotina, não a de antes da pandemia, mas o chamado "novo normal" que obriga a mantermos algumas regras como máscara, álcool em gel e distanciamento.

Porém, fundamentalmente a retomada do cotidiano vai exigir mudanças de conceitos na vida pessoal. familiar e profissional. Se vamos algum dia recuperar o normal de antes ainda não sabemos, por isso é preciso nos prepararmos para uma verdadeira revolução pós-pandemia, talvez muito próxima daquilo que vivemos há 40 anos quando a tecnologia entrou definitivamente em nossas vidas.


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