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Campanha contra as fake news

As fake news começam a incomodar nas eleições deste ano. Quanto mais se aproxima o pleito eleitoral, mais candidatos e candidatas vão usar deste expediente para tentar arrancar o voto do eleitor. É uma verdadeira praga, que já incomodou na eleição anterior, inclusive motivando a abertura de uma CPI no Congresso Nacional, por iniciativa do deputado Ângelo Coronel (PSD), instalada em setembro de 2019 e ainda em andamento. A CPMI, como e conhecida, tenta comprovar a existência de uma rede de produção e propagação de notícias falsas e o assédio virtual nas redes sociais. O alvo principal passou a ser a campanha eleitoral do então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, bem como aliados e membros de seu governo.

Na eleição municipal deste ano, o TSE lançou uma campanha com o objetvio de conscientizar o eleitorado para a desinformação, mostrando ao mesmo tempo a importância do voto consciente. O poder de uma fake news é como uma bomba nuclear, se espalha rapidamente e atinge milhões de pessoas. Daí porque, as pessoas precisam ficar cada vez mais atentas para este tipo de estratégia que vem se disseminando em função das muitas restrições que a Justiça Eleitoral impôs para outras formas de se fazer campanha. As redes sociais, assim como em 2018, podem novamente decidir uma eleição e, neste caso, o resultado pode não ser o mais justo e nem o melhor para o cidadão. O melhor ainda é buscar informações sobre os candidatos nos sites oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, que tem áreas com muita informações dos candidatos, inclusive com seus Planos de Governo.


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