| ASSINE | ANUNCIE
| | | |
TOP_Editorial.png

A nomeação de novos secretários

O governo Wan-Dall tomou a decisão certa ao recolocar os titulares das secretarias municipais, da Saúde e da Assistência Social. Na época em que decidiu pela acúmulo de funções e interinidade, a prefeitura usou como argumento o fato de precisar investir mais na saúde em função da pandemia do novo coronavírus e a temida queda na arrecadação municipal.

Todavia, se percebe, por enquanto, que a pandemia ficou abaixo das previsões. Ou seja, a prefeitura também deve ter gasto menos do que esperava com a COVID-19 e, portanto, teve fôlego para nomear os novos secretários. O fato é que o acúmulo de funções nunca é saudável para a gestão, principalmente quando se trata de administração pública.

Saúde e Fazenda sob a mesma égide é realmente difícil desenvolver um trabalho pleno, por mais que se demonstre boa vontade e capacidade. São pastas bastante complexas.

Já a Assistência Social é outra secretaria que aparece pouco para a mídia, mas que faz um trabalho amplo e importante dentro do município, e que deve se tornar ainda mais fundamental diante da crise econômica que se avizinha para daqui a alguns meses.

Há, ainda, outras três secretarias que estão sob a direção de outras pastas e que devem também ser ocupadas em breve, pois também necessitam de um gestor com foco único. Portanto, a economia de R$ 70 mil mensais prevista com a não ocupação destes cargos de primeiro escalão nos parece irrisória diante da necessidade de se dar agilidade e autonomia nas ações de cada pasta.

OUTROS ARTIGOS E EDITORIAIS