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PREVENÇÃO

Programa quer reduzir taxa de mortalidade infantil

09 Outubro 2018 17:25:28

"Amanhecer" foi lançado pela prefeitura na manhã desta terça-feira (9)

Redação Jornal Metas

Reduzir a mortalidade A infantil, dando mais atenção às gestantes durante o pré-natal e aos recém-nascidos. É este o objetivo do Programa Amanhecer, lançado na terça-feira (9) pela prefeitura de Gaspar, por meio da secretaria de Saúde. O plano começou a ser discutido em fevereiro deste ano e as primeiras ações já começaram a ser colocadas em prática. Conforme explica o prefeito, Kleber Wan-Dall, a ideia em estruturar o programa surgiu após a análise de alguns dados municipais. “Quando estudamos os indicadores da cidade para elaborarmos o Avança Gaspar, a taxa de mortalidade infantil chamou nossa atenção. Então planejamos ações para enfrentar o problema, lembrando sempre que a prevenção deve ter prioridade”, disse.

Entre as primeiras ações propostas está a criação do Comitê de Mortalidade Infantil que, segundo o secretário de Saúde de Gaspar, Roberto Pereira, deve ser formado ainda nesta semana. “A comissão será importante para analisarmos as causas das mortes e se elas poderiam, por exemplo, ser evitadas. Hoje não um controle sobre isso”, ressalta. Outra ação - que passou a valer na terça-feira - refere-se ao agendamento das ultrassonografias obstétricas. Durante o lançamento do programa, foi assinado um ofício circular que determina que a gestante já saia da consulta de pré-natal nas unidades de Saúde da Família com a data do exame marcada. “Isso facilitará o acesso ao procedimento e dará agilidade às gestantes, conseguindo assim realizar esses exames no período correto, o que antes era dificultado devido à burocracia”, explica Pereira. Ainda para este mês ou no máximo para início de novembro, a secretaria também quer inaugurar o Centro Especializado da Mulher e da Criança. 

Números
De acordo com dados da Secretaria de Saúde, até setembro deste ano foram registrados nove óbitos em Gaspar. No ano passado foram cinco mortes e, em 2016, 12 bebês entre zero e um ano perderam a vida. As causas são variadas e muitas delas inevitáveis, como câncer e má formação congênita. Porém, alguns óbitos são motivados por outros fatores, que precisam ser analisados. Em 2016, a taxa de mortalidade infantil em Santa Catarina foi de 14 mortes para cada mil nascidos e, em Santa Catarina, 8,8. 

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