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2008

Para não esquecer e dela se tirar lições

Embora pouca coisa se veja a olhos, as lembranças trazem as marcas da tragédia climática


Foto: Arquivo Jornal Metas/

Há 12 anos, o Vale do Itajaí enfrentava um de seus piores momentos já vividos até hoje. A tragédia climática de novembro de 2008 matou, somente em Gaspar, 20 pessoas e feriu outras 300. Mesmo passado mais de uma década, as marcas da fúria da natureza continuam presentes. Seja na memória de quem vivenciou aqueles dias de desespero ou nas paisagens e cenários modificados - não tem como não lembrarmos de tudo o que aconteceu.

A tragédia climática inicou na madrugada do dia 22 de novembro, um sábado, quando o cenário tomou contornos que ninguém poderia imaginar ou prever. O Vale do Itajaí, acostumado a enfrentar cheias e enxurradas, estava diante de uma situação totalmente atípica. Os morros cederam e as avalanches de terra foram levando tudo o que encontravam pela frente, destruindo residências, soterrando pessoas, e tirando vidas.

Hoje, quem passa pela Praça Getúlio Vargas, no Centro de Gaspar, se depara com um Memorial, que traz os nomes de quem não conseguiu sobreviver à catástrofe. Além de homenagear os mortos, a iniciativa tem também o objetivo de fazer com que a tragédia não seja esquecida para que, a cada ano, novas ações sejam colocadas em prática para evitar novas perdas. 


Foto: Arquivo Jornal Metas/


Foto: Arquivo Jornal Metas/





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