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Figueirense lamenta episódios no clássico deste domingo (2)

Diretoria do clube emitiu nota criticando a atitude dos seus torcedores, mas também a do jogador Bruno Silva, do Avaí

Alexandre Melo
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Foto: Reprodução TV/NSC
O momento em que Bruno tenta atingir o torcedor

O Figueirense soltou uma nota oficial onde repudia os atos de violência e vandalismo praticados por alguns dos seus torcedores durante o clássico deste domingo (2) contra o Avaí, disputado no Orlando Scarpeli. De acordo com a nota, o clube diz que a violência e o vandalismo foram praticados por uma minoria, "que de forma alguma representam a enorme e apaixonada torcida alvinegra". Para a diretoria do Figueira, "as confusões causadas por esses indivíduos, além de gerar um grande prejuízo ao clube, já que houve depredação do nosso próprio patrimônio, podem causar punições ao time no decorrer do Campeonato Catarinense, como perda do mando de campo e multas".

A diretoria disse ainda trabalhar para identificar os infratores - tanto os que causaram prejuízos ao patrimônio do clube quanto os que praticaram atos de violência -, e vai colaborar com as autoridades para quaisquer investigações que se façam necessárias. O Figueirense afirma que também vai exigir daqueles que depredaram o estádio que custeie os reparos e prejuízos.

Por fim, o clube repudia as atitudes do atleta do Avaí, Bruno Silva, totalmente antidesportivas, ao provocar de forma hostil os torcedores alvinegros e, durante a confusão, agredir, de forma covarde, o torcedor do Furacão, que já estava imobilizado e não apresentava mais nenhum risco. "A invasão praticada pelo torcedor de maneira alguma se justifica, porém é descabido que um atleta profissional de futebol desfira um golpe covarde em um torcedor que se encontra no chão e desprotegido. A reação desproporcional do jogador avaiano certamente colaborou para que a confusão tomasse proporções ainda maiores", denuncia a diretoria do Figueirense.

O Figueirense está pedindo às autoridades que tomem as devidas providências, principalmente no âmbito esportivo, pois entende que atitudes como essa em nada acrescentam ao espetáculo que é o futebol, especialmente em um clássico do tamanho de Figueirense e Avaí.

A confusão

A confusão envolvendo torcedores do Figueirense e o jogador Bruno Silva, do Avaí, começou aos 38 minutos do segundo, quando do Avaí já vencia o clássico por 2 a 0. Ao ser substituído, o meio-campo Bruno foi histilizado pelos torcedores do Figueirense, que respondeu com gestos indicando o placar do jogo: 2 a 0. Um torcedor do Figueirense invadiu o campo e foi até o banco de reservas do arquirrival tirar satisfações, porém, foi contido pelo goleiro reserva do Avaí, Gleidson. O torcedor foi imobilizado e, quando já estava no chão, Bruno Silva tentou dar um chute no torcedor, mas acabou acertando o rosto do próprio colega de time. A Polícia Militar interviu. Enquanto isso, torcedores dos dois times iniciaram uma confusão nas arquibancadas, também contida pela rápida ação da Polícia Militar. Houve quebra quebra. O jogo permaneceu paralisado por 20 minutos, e o Avaí chegou a pedir o fim do clássico, mas o árbitro Bráulio da Silva Machado, reiniciou que foi até o fim sem mais incidentes. Após o jogo, o meio-campo Bruno disse que não provocou nada, limitando a dizer que "o futebol de mimi. Eu respeito o Figueirense e temos apenas de comemorar a nossa vitóri

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