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COLUNA
Por Simone Makki
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Golpes mais comuns contra os consumidores

Os golpes contra os consumidores não param. Por telefone e mídias sociais, os criminosos criam armadilhas cada vez mais engenhosas para atrair vítimas. Conheça alguns dos golpes mais comuns contra os consumidores:

- Mensagem no WhatsApp: este golpe se populariza por usar diversas marcas e acontecimentos como isca. Seja prometendo uma renda extra ou bônus em lanchonetes ou lojas de cosméticos, as mensagens induzem os usuários a clicarem num link malicioso e espalhar para a lista de contato.  

- Aposentadoria ou reajuste atrasado: o criminoso finge ser funcionário do INSS e diz conseguir aposentadoria para a vítima. Em outro caso, o golpista se passa por representante de algum sindicato e age na saída de bancos, dizendo que a pessoa tem direito a receber reajustes atrasados. Em ambos os golpes, o criminoso pede documentos e, para cobrir as despesas, um depósito antecipado, geralmente, 10% do valor que a vítima vai receber.

- Recadastramento bancário: a vítima recebe ligação de alguém que se passa por representante do banco. O correntista é induzido a fazer um recadastramento digitando os números da agência, da conta, da senha. Por equipamentos capazes de identificar os sinais sonoros dos números, a quadrilha tem acesso à conta.

- Falso motoboy: o cidadão recebe um telefonema supostamente do banco ou da operadora de cartão informando que seu cartão foi clonado e que deve informar dados pessoais para cancelar as compras irregulares. A pessoa é induzida a informar sua senha e entregar o cartão cortado a um motoboy que será enviado à sua casa. Os criminosos tem acesso ao cartão cortado, porém, com o chip intacto, o que possibilita fazer saques em dinheiro e compras em lojas físicas e virtuais.

- Assinatura de TV a cabo e Internet: o criminoso se passa por vendedor dos serviços e, por telefone, oferece assinatura gratuita. No suposto cadastro, pede dados pessoais para confirmar informações e convence a pessoa a transmitir esses dados, que são usados, posteriormente, para obter empréstimos ou fazer compras.

- Falso acidente: o golpista telefona para a vítima, se passando por um parente e dizendo que sofreu acidente de trânsito. Alega que precisa de dinheiro para pagar o dono do carro que ele bateu

- Vendedor de colchão: golpista foca em idosos que moram sozinhos e se passa por vendedor de colchões. Como o item é caro, oferece empréstimo para a compra e pede os números dos documentos. Com eles, obtém empréstimo real no nome da vítima, mas desvia o dinheiro.

- Crédito consignado: o aposentado recebe uma ligação prometendo empréstimo. As falsas empresas mandam um contrato em casa para facilitar a liberação do crédito, mas a intenção é roubar os dados.

- Funcionário do banco: Clássica armadilha em que uma pessoa se passa por funcionário da instituição e se oferece para ajudar o idoso. Ao distrair a vítima, o golpista obtém a senha e troca o cartão verdadeiro por outro do mesmo banco.




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