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COLUNA
Por Simone Makki
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Evite o endividamento

A coluna de hoje vai abordar um tema que tira o sono de muita gente: dívidas!

Para evitar que a compra do carro, casa ou eletrodoméstico o leve a uma situação de endividamento e, consequentemente, à inadimplência, aqui vão algumas dicas para manter suas finanças organizadas.

A regra principal é não deixar que as parcelas dos empréstimos ultrapassem 30% da renda mensal familiar. Se isso acontecer, você terá dificuldades em arcar com as despesas básicas do dia a dia. Faça uma planilha com o orçamento doméstico para saber o valor da sua renda e quanto poderá gastar. Também é aconselhável optar pela menor quantidade de parcelas em um financiamento para evitar os juros altos por um longo período. 

Primeiro planeje. Fazer um empréstimo em uma situação emergencial ou desesperadora não dá certo. Você precisa analisar sua capacidade de pagamento, lembrando sempre que os cálculos não devem se basear no valor do salário, mas no que sobra depois do pagamento das contas do mês e outras dívidas que já possua. Imprevistos como desemprego ou doença devem ser levados em conta. Diminua gastos desnecessários.

Antes de começar um financiamento, pesquise o tipo de crédito mais adequado para a sua finalidade. Se for para aquisição de bens, procure a linha específica ao invés de simples empréstimos pessoais. As linhas específicas costumam ser mais baratas, porque o bem fica como garantia. Fuja de crédito caros como cheque especial ou cartão de crédito. É importante, ainda, pesquisar os diferentes bancos antes de fechar negócio, pois as condições oferecidas costumam variar, bem como as taxas aplicadas. Também evite financiamentos em mais de 24 parcelas e dê o maior montante possível de entrada, a fim de diminuir o prazo de pagamento.

Sempre que utilizar cheque pré-datado, anote os números das folhas e as datas previstas para os descontos. Desta forma, você terá controle de seus gastos e poderá se programar para ter o dinheiro na conta quando o cheque for descontado. Se optar por parcelar as compras no cartão de crédito também deve ficar atento não só ao valor da parcela, mas ao total que sua fatura vai somar com aquela nova aquisição. O pagamento integral da fatura é fundamental, uma vez que os juros cobrados no parcelamento da fatura são um dos mais altos do mercado. Quanto ao cheque especial, evite-o ao máximo. As taxas de juros são muito altas e lembre-se: quando seu salário for depositado, ele primeiro cobrirá a dívida do cheque especial - também conhecido como "limite" de sua conta corrente. Sendo assim, você terá menos dinheiro disponível para arcar com seus gastos do mês, o que poderá levá-lo a entrar novamente no cheque especial, criando um circuito sem fim de cobranças de juros e uma conta corrente que não sai do vermelho nunca.





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